segunda-feira, janeiro 15, 2007

Bustela now...

Curiosidade. Há uns quinze anos atrás, fui visitar um amigo e apanhei um ônibus de linha, quando o coletivo chegou ali por São Brás, pertinho do terminal rodoviário, resolvi olhar para o alto de um prédio (embaixo funciona um shopping) onde morava um grande amigo - o Evandro, por coincidência lá estava o meu amigo na janela, debruçado sobre o parapeito da mesma e sem camisa, ele fazia um exercício meticuloso com os dedos da mão direita, com o indicador enfiado no nariz, ele limpava, ou melhor, tirava toda a bustela da cavidade nasal, e depois com a ajuda do polegar ele lançava a sujeira retirada para o passeio público, lá embaixo havia uma outra parada de ônibus que sempre estava lotada... Meu amigo lançava a bustela em câmara-lenta e com um prazer transbordante; os pobres mortais da parada recebendo na cabeça toda sujeira do nariz do meu amigo, sem saberem de nada... Não me contive, sofri um ataque de riso, as pessoas dentro do ônibus começaram a me olhar como se eu fora um demente... Como explicar o que havia assistido?! Abri a janela e soltava a gargalhada para fora do cata-corno...

11 comentários:

fragmentos: Lady Libertine disse...

Agora qndo eu estiver na parada de onibus... eu vou pensar zilhoes de vezes nisso...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eliana Machado disse...

Oi Pedro,
Estas situações de sentirmos vontades de rir, quando estamos sozinhos e em público, sem que as pessoas saibam o porque, é muito engraçada mesmo.
Isto acontece muito comigo, mas eu não preciso assistir nada, basta vir na lembrança alguma cena engraçada que eu dano a rir.
O mesmo acontece com o choro, se eu me lembrar de algo triste.
Eu sou terrível pra dar estes vexames.
Rir e chorar sozinha e em público.
Cada louco com as suas manias. rsrs
Tá ótimo seu post.
Felicidades,
bjs.

Carlos Ponte disse...

Olá Pedro, bem limpimho esse seu amigo Evandro. Mas agora que me conta essa lembro-me que tive um professor que fazia uma coisa do mesmo jaez: enquanto dava a aula ia procedendo às limpezas, depois, com a coleta, fazia uma bolinha que enrolava até ao fim de aula. Se tivesse que virar a página do livro, pousava cuidadosamente a bola no tampo da mesa, humedecia o médio direito com um pouco de cuspo, virava a página e voltava a pegar no tesouro.
Um abraço,
Carlos Ponte

Anônimo disse...

Un ejercicio nasal màs que interesante. Abrazos.

ETzinha disse...

rsrs... Como ele é maldoso! E vc tb! rs. Beijos.

citadinokane disse...

Eliana,
Até hoje quando eu lembro, começo a rir... ehehehe...

citadinokane disse...

Lady,
Olha para o céu...

citadinokane disse...

Eliana,
Não posso ir a velório, eu choro... incrível! Me pego com as lágrimas escorrendo, é um sufoco pra mim.
Abraços,
Pedro

citadinokane disse...

Carlos,
Alguém apertava a mão desse professor?!
Argh!!!

citadinokane disse...

Fernando,
E que exercício, hein?!

citadinokane disse...

Etzinha,
O meu amigo é um despudorado lançador de "bustela", nunca lancei bustela e nem meleca...