domingo, março 18, 2007

She... é pra Ela!

Sou pessoa simples e comum...
Julia Roberts, De Niro, Tom Cruise, foram um dia pessoas comuns, simples como feijão com arroz, hoje vivem em um outro mundo, se transformaram em ícones do cinema(película).
Eu, volto a dizer, sou simples igual ao miojo, escuto a música que originalmente foi gravada por Charles Aznavour, e meu peito se enche de emoção... pô! acho que o gin com menta, limão, soda e gelo, me deixa mais sensível... Mas, vou prosseguir com o post, não posso vacilar...
Quero homenagear uma pessoa que não direi o nome, por favor não insistam, simplesmente não direi... Ela sabe... e isto basta.
Todas as vezes que escutei esta música, meu pensamento se fixou nEla e só nEla... fomos felizes... correndo pela chuva, abraçados assistindo um filme e sussurrando promessas de amor eterno...
Tô te homenageando, hein!
E tu andas em primavera constante e sempre sorrindo, sei que um solzinho te acompanha, apreciemos Elvis Costello cantando She?!
Beijos

10 comentários:

Navi Leinad disse...

Graaaande Pedrão!

citadinokane disse...

Ivan,
Não tenho dom da poesia, e aí tento diminuir esse prejuízo, né?!
Abraços,
Pedro

J@de disse...

Ai queria que alguém um dia cantasse essa música prá mim viu?
Essa versão com o Elvis Costelo ficou muito gostosa!!

citadinokane disse...

Jade,
Tentei e até recebi uns agrados, bom né?!

Mari disse...

Pedro, Pedro,

Ôh homi mascarado! She pra ti tá! Rsrsrsrsrsrsrsrs

Mari

Cris Moreno disse...

Annabel Lee, de Edgar Allan Poe:


Foi há muitos e muitos anos já,
Num reino de ao pé do mar.
Como sabeis todos, vivia lá
Aquela que eu soube amar;
E vivia sem outro pensamento
Que amar-me e eu a adorar.


Eu era criança e ela era criança,
Neste reino ao pé do mar;
Mas o nosso amor era mais que amor --
O meu e o dela a amar;
Um amor que os anjos do céu vieram
a ambos nós invejar.


E foi esta a razão por que, há muitos anos,
Neste reino ao pé do mar,
Um vento saiu duma nuvem, gelando
A linda que eu soube amar;
E o seu parente fidalgo veio
De longe a me a tirar,
Para a fechar num sepulcro
Neste reino ao pé do mar.


E os anjos, menos felizes no céu,
Ainda a nos invejar...
Sim, foi essa a razão (como sabem todos,
Neste reino ao pé do mar)
Que o vento saiu da nuvem de noite
Gelando e matando a que eu soube amar.


Mas o nosso amor era mais que o amor
De muitos mais velhos a amar,
De muitos de mais meditar,
E nem os anjos do céu lá em cima,
Nem demônios debaixo do mar
Poderão separar a minha alma da alma
Da linda que eu soube amar.


Porque os luares tristonhos só me trazem sonhos
Da linda que eu soube amar;
E as estrelas nos ares só me lembram olhares
Da linda que eu soube amar;
E assim estou deitado toda a noite ao lado
Do meu anjo, meu anjo, meu sonho e meu fado,
No sepulcro ao pé do mar,
Ao pé do murmúrio do mar.

(Tradução de Fernando Pessoa)

Para vocês!

Beijos, Cris moreno

citadinokane disse...

Mari,
Ela é minha primavera... ehehehe...
O Professor Alberto tem que fazer uma homenagem, né?!
Abraços,
pedro

citadinokane disse...

Cris,
Maravilhosas as linhas traduzidas por Fernando Pessoa.
Valeu Professora!!!
Beijos,
Pedro

Anônimo disse...

Pedro,
Este solzinho irradia luz e vida para nós.
Te amamos.
Fátima

citadinokane disse...

Anônimo,
Se a minha esposa bota os olhos nesse comentário, não sei não...