terça-feira, maio 20, 2008

Neruda e a eternidade

"Já não haverá senão todo o ar liberto,
as maçãs transportadas pelo vento,
o suculento livro na ramagem,

e ali onde respiram os cravos

fundaremos um traje que resista
de um beijo vitorioso a eternidade."
Pablo Neruda (Cem Sonetos de amor)

Navegando e seguro no leme da vida, não deixarei, jamais! De lançar pétalas do velho e bom Neruda em corações apressados, ansiosos por não-sei-o-quê, talvez amor... quem sabe?!
Duda Bueres manda e-mail dizendo: - Derrama poesia no blog, mermão! Tô sentindo falta...
No leme da vida, a mão firme e o coração mole... e Neruda como bálsamo para as dores...

12 comentários:

Lorita disse...

eu tenho esse livrinho.
é um bálsamo para minha alma sedenta pelo amor.

bjm

citadinokane disse...

Aline,
Sempre uso esse bálsamo, ops! esse livrinho... E a minha alma continua com sede... de quê? ah, deixa pra lá!
Beijos,
Pedro

Sophia Jares disse...

Pedro,
obrigada pelos comentarios :)

Flávia disse...

Tem um verso dele que há tempos me norteia: "é preciso sentar-se na beira do poço da sombra e pescar luz caída com paciência".

sábio Neruda, não?

Beijos :)

david santos disse...

Brilhante!
Parabéns.

citadinokane disse...

Oi Sophia!
Irei te visitar mais vezes, ok?!
bjs

citadinokane disse...

Flávia,
Quero pescar luz também.
Como se pesca mesmo?
Beijos

citadinokane disse...

Oi David!
Quero te dizer que fiquei surpreso ano passado, quando visitei o teu blog e vi um post, com uns mil comentários, impressionante!!!
Obrigado por visitar-me.
Abraços,
Pedro

elvira carvalho disse...

Neruda. E como eu gosto de Neruda.
Um abraço

citadinokane disse...

Elvira,
Neruda, Neruda... é nosso!
Beijos,
Pedro

Hellen Rêgo disse...

Pedro to levando esse teu post pro MP, ok?
bjinhos

citadinokane disse...

Hellen,
Leva tudo!
Beijos,
Pedro