quarta-feira, setembro 10, 2008

Minha memória.


Mermão! Essa letra bate e fica. Alguma dúvida? Eu respondo. Ahahaha...
Memória da Pele (João Bosco / Waly Salomão)
Eu já esqueci você
Tento crer
Nesses lábios que meus lábios sugam de prazer
Sugo sempre
Busco sempre
A sonhar em vão
Cor vermelha carne da sua boca, coração
Eu já esqueci você, tento crer
Seu nome, sua cara, seu jeito, seu odor
Sua casa, sua cama
Sua carne, seu suor
Eu pertenço a raça da pedra dura
Quando enfim juro que esqueci
Quem se lembra de você em mim
Em mim
Não sou eu sofro e sei
Não sou eu finjo que não sei, não sou eu
Sonho bocas que murmuram
Tranço em pernas que procuram enfim
Não sou eu sofro e sei
Quem se lembra de você em mim
Eu sei, eu sei
Bate é na memória da minha pele
Bate é no sangue que bombeia
Na minha veia
Bate é no champanhe que borbulhava
Na sua taça e que borbulha agora na taça da minha cabeça
Eu já esqueci você, tento crer
Nesses lábios que meus lábios sugam de prazer
Sugo sempre
Busco sempre a sonhar em vão
Cor vermelha, carne da sua boca, coração

8 comentários:

elvira carvalho disse...

Se minha memória fosse tudo isso eu ficaria bem contente. Memória poética a sua.
Um abraço

Anônimo disse...

Pedrito estás enamorado?

Lia Noronha disse...

Pedro: abraços carinhosos diretamente do meu Cotidiano pr ati.

citadinokane disse...

Elvira,
O bom de tudo isso, existem poetas...

citadinokane disse...

Anônimo,
Siempre!!!

citadinokane disse...

Lia,
Devo encontrar esse tempo para te encontrar.
bjs

danielly disse...

Oi professor!!O Anderson comentou sobre o seu blog e me enviou o eu endereço!
Só não imaginava que iria me surpreender...que bom!!!Foi uma grata surpresa saber que por trás desse professor temos um excelente poeta, literário, e várias outras atribuições!!
Bjus!!Minhas sinceras palavras de gratidão!!

citadinokane disse...

Dani,
Adorei a tua visita.
Eu sou apenas um rapaz latino-americano...
Gostei, mas gostei mesmo da tua visita.
Voltes sempre ao meu barraco virtual, podes entrar a casa é tua, ok?!
Beijos,
Pedro