quinta-feira, dezembro 25, 2008

Insônia

Rapaz! Como tenho andado cansado para garaio, durmo muito bem, tá!?
E aí Rogério tens ficado com insônia?!
O Bruno é um zumbi.

Memória afetiva do Vieirinha de Marapanim

Não sei se é por conta do final do ano, mas o amigo Vieirinha de Marapanim vai exumando a sua memória afetiva, eu nem lembrava da imagem acima... Estávamos todos festejando a alegria de estarmos juntos. Estava no celular dele!
Osvaldo Jr., Ivan "O Terrível", Citadinokane e Dirceu Riker, todos no Café da Sol Informática.

Revisitando a modernidade

Como Rousseau no romance A Nova Heloísa, ainda estou me deparando com a modernidade, ou será pós-modernidade?
Tudo é novo, e sou atraído pela novidade, resisto... Nego, mas a mão se lança para tocar...
Fernando Pessoa tão moderno, traceja algumas linhas que me tocam profundamente sobre as novidades.
Todos são tão modernos e eu barroco angustiado tentando conciliar o que não pode ser conciliado: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza...

Lisbon revisited (1926)
Nada me prende a nada.
Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.
Fecharam-me todas as portas abstractas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.
Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.
Até a vida só desejada me farta - até essa vida...
Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me náufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.
Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.
Outra vez te revejo,
Cidade da minha infãncia pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...
Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?
Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.
Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...
Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...
Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!... (Fernando Pessoa)

Dá-me sonhos...

Então é Natal...
E estou aqui jogado no fundo de uma rede, com todo o cansaço do mundo.
Mas, existe aqui dentro a vontade de compartilhar com todos os amigos os sentimentos que me invadem sem permissão, é verdade! Eles vão entrando n'alma e como donos da situação, deixam até as portas abertas...
E aí percebo que é Natal...
Já falei alhures que sentimentos contraditórios me confrontam nessa data.
Meu amigo e irmãozinho caçula David em um arrazoado diz-me que sou amargurado, e pergunto-me: - Sou amargurado, garaio?!
A resposta seca e muda: - És!
Imediatamente, Zé Rodrix me ajuda, aproveito e faço a colagem:
"Não quero lhe falar...
De coisas que aprendi
Nos discos...
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar
Eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa..."

Mas, é Natal...
Amigos e amigas compartilho um texto de Fernando Pessoa que foi declamado por Maria Bethânia no Show e LP - Rosa dos Ventos em 1971, até publiquei aqui no blog esse poema, mas como é Natal, peço desculpas por repeti-lo, quem sabe dos sentimentos contraditórios que falei, me perdoará, com certeza!
Sempre considero tão atualizado esse poema, acredito na poesia revelando os sentimentos que vão adormecidos e que irrompem como um furacão quando os dias são tranqüilos... E quero dizer que Ele dorme dentro da minha alma. Às vezes Ele acorda de noite, brinca com meus sonhos. Vira uns de perna pro ar, põe uns por cima dos outros, e bate palmas, sozinho, sorrindo para os meus sonhos.
Feliz Natal amigos e amigas.
Poema do Menino Jesus (Fernando Pessoa)
"Num meio-dia de fim de primavera eu tive um sonho como
uma fotografia: eu vi Jesus Cristo descer à Terra.
Ele veio pela encosta de um monte, mas era outra vez
menino, a correr e a rolar-se pela erva
A arrancar flores para deitar fora, e a rir de modo a
ouvir-se de longe.
Ele tinha fugido do céu. Era nosso demais pra
fingir-se de Segunda pessoa da Trindade.
Um dia que DEUS estava dormindo e o Espírito Santo
andava a voar, Ele foi até a caixa dos milagres e
roubou três.
Com o primeiro Ele fez com que ninguém soubesse que
Ele tinha fugido; com o segundo Ele se criou
eternamente humano e menino; e com o terceiro Ele
criou um Cristo eternamente na cruz e deixou-o pregado
na cruz que há no céu e serve de modelo às outras.
Depois Ele fugiu para o Sol e desceu pelo primeiro
raio que apanhou.
Hoje Ele vive na minha aldeia, comigo. É uma criança
bonita, de riso natural.
Limpa o nariz com o braço direito, chapinha nas poças
d'água, colhe as flores, gosta delas, esquece.
Atira pedras aos burros, colhe as frutas nos pomares,
e foge a chorar e a gritar dos cães.
Só porque sabe que elas não gostam, e toda gente acha
graça, Ele corre atrás das raparigas que levam as
bilhas na cabeça e levanta-lhes a saia.
A mim, Ele me ensinou tudo. Ele me ensinou a olhar
para as coisas. Ele me aponta todas as cores que há
nas flores e me mostra como as pedras são engraçadas
quando a gente as tem na mão e olha devagar para
elas.
Damo-nos tão bem um com o outro na companhia de tudo
que nunca pensamos um no outro. Vivemos juntos os dois
com um acordo íntimo, como a mão direita e a esquerda.
Ao anoitecer nós brincamos as cinco pedrinhas no
degrau da porta de casa. Graves, como convém a um DEUS
e a um poeta. Como se cada pedra fosse todo o Universo
e fosse por isso um perigo muito grande deixá-la cair
no chão.
Depois eu lhe conto histórias das coisas só dos
homens. E Ele sorri, porque tudo é incrível. Ele ri
dos reis e dos que não são reis. E tem pena de ouvir
falar das guerras e dos comércios.
Depois Ele adormece e eu o levo no colo para dentro da
minha casa, deito-o na minha cama, despindo-o
lentamente, como seguindo um ritual todo humano e todo
materno até Ele estar nu.
Ele dorme dentro da minha alma. Às vezes Ele acorda de
noite, brinca com meus sonhos. Vira uns de perna pro ar,
põe uns por cima dos outros, e bate palmas, sozinho,
sorrindo para os meus sonhos.
Quando eu morrer, Filhinho, seja eu a criança, o mais
pequeno, pega-me Tu ao colo, leva-me para dentro da Tua
casa. Deita-me na tua cama. Despe o meu ser, cansado e
humano. Conta-me histórias caso eu acorde para eu
tornar a adormecer, e dá-me sonhos Teus para eu
brincar".

terça-feira, dezembro 23, 2008

Segurador de Jegue

Num momento de crise e com a ameaça de fechamento de milhares de emprego no nosso Brasil varonil, eis uma boa notícia enviada pelo amigo Nilton Atayde, de antemão quero dizer que estranhei o edital desse concurso. Mas, o nordeste brasileiro cheio de praias maravilhosas, apresenta oportunidades para todas as pessoas com vontade de pegar no pesado.
O Nilton diz que a Prefeitura de Conde na Paraíba resolveu dar uma força para o ecoturismo e resolveu contratar através de concurso público - seguradores de jegue.

CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE CONDE - PB
Cargo: Segurador de Jegue
Local de Trabalho: Praia de nudismo de Tambaba.
Vagas: 03(três).
Salário: R$350,00
Taxa de inscrição: R$50,00
Abaixo imagem da atividade típica do segurador de jegue. Não é um trabalho fácil, sabe como é que é... Às vezes o jegue empaca, haja paciência meu Deus...

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Quem chegar perto pega fogo

O post de hoje é em homenagem aos que insistem que o Citadinokane deve manter o blog no ar, e dentre os muitos amigos virtuais um se destaca pela generosidade, estou falando da querida Beija-flor. É para ti o post, ok?!
Vai aqui uma historinha que li para a minha filha na hora de dormir, curtinha e muito interessante, como tudo o que Eduardo Galeano escreve.
-> O MUNDO
Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.
Quando voltou, contou. Disse que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos um mar de fogueirinhas.
- O mundo é isso - revelou. - Um montão de gente, um mar de fogueirinhas.
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.(extraído d'O Livro dos Abraços, de Eduardo Galeano, Ed. L&PM)

terça-feira, dezembro 16, 2008

Vão os cabelos, mas fica a esperança...

Ficam os amigos e a certeza de que nós continuaremos lutando por um mundo melhor, é possível!
Acima Bruno e suas "entradas e bandeiras" e os revolucionários Duda Bueres, Nilton Atayde e Xico Rocha... Eles realizam microrevoluções no cotidiano, arrumam a cama depois de acordar, baixam a tampa do vaso sanitário depois de mijar, deixaram de arrotar à mesa, eles já dizem "com licença", quase lordes... Ahahaha... Vamos parar com a frescura, né?! Eles são pessoas que acreditam na vida, no amor e na revolución...

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Sapatada no Bush

O jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi resolveu dar uma sapatada no ex-todo poderoso George W. Bush e atirou ontem seu par de sapatos na direção de Bush e ainda o chamou de "cachorro maldito"...
É isso que dá chegar de surpresa na casa dos outros, e não adianta ficar com cara de cachorro chupando manga na chuva, tem que se tocar mermão!
Agora vou dizer uma coisa, o cara que me jogar sapatos pode ficar certo que eu vou correr é pra cima e dar sandalhadas só na lata do cabra, tenho sangue marajoara correndo nas veias, não sei se é bom ou ruim, sabe como é que é?! Leite de búfala correndo nas veias, ehehehe...
Esse Bush Filho é muito mole, ficou com cara de bundão, mas ele é ágil, tirou a careta na hora certa, né?!

domingo, dezembro 14, 2008

Esparadrapo, dedos e fissura.

Em "Soy Loco por ti, América", composição de Capinan e Gilberto Gil, Caetano cantava: - Estou aqui de passagem/Sei que adiante/Um dia vou morrer/De susto, de bala ou vício...
Para um revolucionário não existe morte pior do que morrer prosaicamente...
Imaginem um tapete com ventosas que deveria impedir que as pessoas escorregassem na hora do banho, pois muito bem, o CitadinoKane quase se quebra todo, ficou ensangüentado, uma pequena fissura na costela, dois dedos do pé direito estourados, um rasgado e muito sangue.
Era noite de sábado, havia sido convidado pelo amigo Rogério para o aniversário de sua esposa e nossa amiga Fernanda Galvão, e lá vou eu tomar o meu banho para depois jogar o patchouli no corpo, ahahaha...
Absorto no aniversário, pisei no tapete e o resto está dito acima.
Fica aqui um ensinamento, a linha que separa a vida da morte é tênue, frágil demais!
Estou me recuperando, mas os dedos continuam latejando... E enrolados no esparadrapo.

sábado, dezembro 13, 2008

Vento de maio


"Nisso eu escuto no rádio do carro a nossa canção
Sol girassol e meus olhos abertos pra outra emoção
E quase que eu me esqueci que o tempo não pára
Nem vai esperar"
(Lô Borges)

Todos dizem que existe uma trilha sonora para a vida de cada mortal... A querida blogueira Beija-flor insiste que existe mesmo. Pois é, anota aí, a minha trilha sonora foi composta, principalmente, pelo mineiro Lô Borges, assim como ele nos tempos idos da década de 80, eu tinha aquele tênis bem surrado com o cadarço com as pontas esfarrapadas e os olhos abertos pra outra emoção...
Caramba! Ainda continuo com os olhos abertos para novas emoções...

Basta me calçar...

Não sei porquê lembrei dessa música, estou nostálgico novamente... Saudades de tudo e de todos, também com os dias correndo desse jeito, né?
É talvez eu seja simplesmente como um sapato velho, mas ainda sirvo, hein!!! Ahahaha... É só tentar me calçar... huumm... deixa pra lá!

Sapato Velho (Claudio Nucci)

Você lembra, lembra
Naquele tempo
Eu tinha estrelas nos olhos
Um jeito de herói
Era mais forte e veloz
Que qualquer mocinho de cowboy
Você lembra, lembra
Eu costumava andar
Bem mais de mil léguas
Pra poder buscar
Flores de maio azuis
E os seus cabelos enfeitar
Água da fonte
Cansei de beber
Pra não envelhecer
Como quisesse
Roubar da manhã
Um lindo por de sol
Hoje, não colho mais
As flores de maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis
É talvez eu seja simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés

Ventilador, onde mesmo?!

Ei Tadeu!
Olha porque o Bruno insistiu para que eu voltasse, ele queria publicar algumas curiosidades.
Ele enviou um e-mail com a imagem abaixo deixando um desafio: - Um milhão para quem descobrir onde está o ventilador.
E aí?!
Pô! Cadê o desgraçado do ventilador?
Ajuda vai!

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Salve as nossas mulheres!

Queridos amigos,
O único irmãozinho nosso que não é casado, tem quase idade pra ser nosso filho: - David Carneiro.
Todos casamos e temos companheiras maravilhosas, vamos somar? Concordam comigo - Dirceu Riker, Rogério Friza, Tadeu, Marcilhão, Oliviomar, Edilben, Augusto Nunes, e um milhão de amigos.
Fica a homenagem do poetinha, apesar da acidez dele.

A esposa(Vinicius de Moraes)

Às vezes, nessas noites frias e enevoadas
Onde o silêncio nasce dos ruídos monótonos e mansos
Essa estranha visão de mulher calma
Surgindo do vazio dos meus olhos parados
Vem espiar minha imobilidade.

E ela fica horas longas, horas silenciosas
Somente movendo os olhos serenos no meu rosto
Atenta, à espera do sono que virá e me levará com ele.
Nada diz, nada pensa, apenas olha – e o seu olhar é como a luz
De uma estrela velada pela bruma.
Nada diz. Olha apenas as minhas pálpebras que descem
Mas que não vencem o olhar perdido longe.
Nada pensa. Virá e agasalhará minhas mãos frias
Se sentir frias suas mãos.

Quando a porta ranger e a cabecinha de criança
Aparecer curiosa e a voz clara chamá-la num reclamo
Ela apontará para mim pondo o dedo nos lábios
Sorrindo de um sorriso misterioso
E se irá num passo leve
Após o beijo leve e roçagante...

Eu só verei a porta que se vai fechando brandamente...
Ela terá ido, a esposa amiga, a esposa que eu nunca terei.


Rio de Janeiro, 1933

in O caminho para a distância
in Poesia completa e prosa: "O sentimento do sublime"

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Minha jeitosa adega climatizada



Aos amigos e amigas vai um aviso auspicioso, finalmente, depois de muitos meses, botei a adega climatizada pra funcionar... É pequena, jeitosa e o mais importante, já está paga!
Amigos cervejeiros mudai os vossos hábitos, agora é vinho!
É necessário um pequeno esclarecimento, eu não sou dono de vinícola, tenho apenas uma jeitosa adega climatizada, dentro da adega não nascem garrafas de vinho... eu meto a mão na carteira e vou até o local que vende esse líquido vermelho e arrasto para dentro da adega, o denominado lícor de Dionísio, compreenderam?! Simples, né?!
Só fiz este alerta, porque um engraçadinho disse-me: - Ei mano vou ficar direto do lado da adega...
Meu amigo, uma sugestão, sempre que vieres ao meu encontro com o desejo de degustar esse líquido maravilhoso, traga um vinho chileno, português ou brasileiro, mas sempre de boa qualidade, nada de Galioto, ok? Traz quentinho, e eu te entrego um outro de boa qualidade geladinho, tá bom?!
Agora para encerrar, tomara que a minha taça se encha do vinho que a gostosóia acima se derramou... Quem mais beberia esse vinho, hein?!

Tô voltando!!!

Aviso aos navegantes, estou desembarcando morrendo de saudades.
É claro que ainda não disponho de todo o tempo do mundo, mas já é possível navegar em mares azuis e calmos...
Para o retorno a música "Tô voltando" com Simone, tem tudo a ver, né?
Pô mermão! Estou de volta, com todo o apoio do amigo Tico Futrika que insistiu para que eu voltasse, ahahaha...

Pode ir armando o coreto
E preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar
Muda a roupa de cama
Eu tô voltando
Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando...