quinta-feira, julho 30, 2009

Nu sem pudor!


Críticas


O "Comitiva Estrelado" depois que lançou o Cd tem recebido críticas, umas favoráveis, outras detonando...
O LocoBueres poeta que desafiou belzebú, lúcifer e o capeta nos rios em pororoca... fica ansioso por ouvir e ler as tais críticas, e sou testemunho que Bueres é um oceaneo pacífico quando recebe as críticas, todas elas... eu disse - todas!
O grande crítico musical Mauricio Leal Dias enviou as impressões sobre o Cd do "Boizinho Estrelado":

"Meu caro Duda !!!
Tu me pediste para escrever as minhas impressões sobre essa "Cuíra Urbana", que de um modo geral tem muito pouco de cultura urbana, ressoa em praticamente todas as faixas um
banzo do Marajó, da marujada e afins, que eu acho muito paid'égua, mas tens aí inúmeros que já fazem a mesma coisa, contudo, as tuas sacadas poéticas são ducaralho, digo, são Duda, mas também têm trehos muito afetados, coisas como "esse boizinho mexe muito comigo" rsrsrs...
Cara tô sem a ficha técnica, mas tens uns arranjos bacanas, sabe eu investiria mais nos metais, uma base la guitarradas e um acompanhamento de vozes femeninas, de um modo geral adorei, valeu a todos e a todas que fazem parte da Comitiva por essa contribuiçao à cultura de nossa terrra.
Abraços,
Mauricio Leal Dias"

Vai a resposta do demônio Bueres:

Valeu!
É isso mesmo Mauricio, a Cuíra é por conta da Gaza que transformaram-se as cidades de concreto, que parecem um grande recipiente para vários usos industriais onde a basca do enredo ideal luta para não está revertido de uma camada de cromo, CO2,U.V.
Um labirinto infinito onde o heróico boizinho Estrelado tenta peneirar um cruzeiro do sul de poesia... fornicando com a frieza da calma dos planejadores, e com que professam o credo nos seus umbigos e nas Bolsa de Valores.
Diante dos curiós possuídos de saliências amorosas, caruanas raptores, sacis sacanas - e outros bichos banzeiros mestres de rede e escápula, lundús e cafunés, feito sal ao fogo, crepitam...
Pelo menos assim me disse um pequeno índio que tem os pés virados para traz que habita as matas atormentando os viajantes desta, como diriam os Beatles, long and wild road...

Um super abraço Maurício!

São críticas sinceras e construtivas feito as tuaa que fazem com que sigamos em frente aperfeiçoando o imperfeito. (E.B.)

Eleição da OAB-PA: Unidade na diversidade.


Recebo e-mail do amigo e advogado Ismael Moraes, uma simpatia de pessoa... Foi da direção do Centro Acadêmico de Direito da Federal do Pará, um cara paid'égua! Muito polêmico, e às vezes incompreendido. Ismael desde o tempo de acadêmico de Direito já esboçava sua preocupação com uma advocacia social, mesmo advogando para sobreviver, dedica hoje um tempo para advogar para os ribeirinhos de Portel contra a empresa: Agropecuária Brasil Norte S/A.
Já comprou briga com a governadora do Estado do Pará, Ibama e outros órgãos governamentais. Era o advogado do nosso saudoso blogueiro Juca do 5ª Emenda na ação que a família Sefer movia contra o poster do 5ª Emenda.
Recebo sua carta e publico na íntegra, comungando dos argumentos expostos abaixo:

União de contrários demonstra equilíbrio e qualidade
Do advogado Ismael Moraes

Pensar a OAB como a única entidade profissional com poderes constitucionais para estar verticalmente perante os Poderes da República, sem ser vinculada a partidos políticos ou submissa a grupos econômicos ou sociais; constituir a advocacia de membros que honrem a profissão, não apenas em conhecimento e honestidade, mas em dignidade no exercício das prerrogativas profissionais, combatendo a injustiça, a corrupção, os desvios de poder e as graves violações aos direitos humanos.
São estes os vetores que me fazem aderir à composição da aliança para lançar Jarbas Vasconcelos e Ophir Cavalcante Jr., respectivamente às presidências da OAB do Pará e nacional. A combinação das qualidades dos grupos que ambos representam, e dos freios e contrapesos que irão antepor a cada qual nos senões que devem ser apurados, são as maiores garantias de que aquelas aspirações podem estar próximas do alcance, sonho de várias gerações que estiveram à frente da OAB, agora uma OAB prestes a estar oxigenada pela heterogeneidade de tantas diferenças.
Ao candidatarem-se aos cargos de representação de nossa entidade, os advogados devem estar despidos de outros interesses e revestidos senão daqueles primordiais à advocacia, nos seus conceitos mais republicanos, democráticos e de justiça. Pretender a presidência da OAB/PA e do Conselho Federal da OAB é e deve ser grande demonstração de desapego material e de interesses pessoais, posto que implica o abandono do escritório e na dedicação absoluta aos assuntos da entidade. Mas querer mercadejar cargos e influência em troca de sinecuras, sim, é trair a confiança, é corromper e contaminar a OAB com os vícios que permeiam os poderes públicos, dos quais a OAB deve ser permanente fiscal, isenta de máculas.
Todos os que me conhecem sabem da minha independência de partidos políticos, de grupos ou interesses, assim como sabem das lutas, às vezes solitárias, que arrosto diante de forças tidas como inelutáveis. Portanto, minha participação nessa aliança busca levar os sonhos de todos os advogados que assim anseiam para dentro do Casarão da Trindade e para todos os locais que abrigam uma subseccional da OAB, por mais distante e humilde que seja.
Acredito que os anos de embate entre os grupos ora em união demonstram que se chegou à medida certa de equilíbrio e qualidade.

Ismael Antonio de Moraes
OAB-PA nº 6942

A medida do polegar


Estava ausente de Belém, e não fiz questão de acessar o correio eletrônico, cheguei hoje de madrugada e o meu e-mail estava tufado de correspondências.
Como a gente está retomando a dinâmica cotidiana de maneira pachorrenta, publico a informação muito importante enviada pelo amigo delegado de polícia Nilton Atayde, leia com atenção, ok?


Curiosidades sobre o corpo humano

A comida leva sete segundos para ir da boca ao estômago.
Um fio de cabelo aguenta o peso de 3 quilos.
O tamanho médio do pênis é três vezes o comprimento do polegar.
O fêmur é mais forte que o concreto.
O coração da mulher bate mais rápido que o
do homem.
As mulheres piscam duas vezes mais que os homens.
O peso médio da pele é duas vezes maior que o do cérebro.
Existem aproximadamente um trilhão de bactérias
em cada pé.


As mulheres que estão lendo este texto já terminaram.


Os homens ainda estão ocupados medindo seus polegares...

sábado, julho 18, 2009

Fui!!!

Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí...

Samba do avião (Tom jobim & Newton Mendoça)

Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudade
Rio, seu mar
Praia sem fim
Rio, você foi feito pra mim
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto, vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando
E vamos nós
Aterrar...

sexta-feira, julho 17, 2009

"BIG BEN" Batista Campos, tô dentro!

Como não vou elogiar os empresários de nossa terra?!
Vejam as imagens acima, a família Agüillera dona da rede de farmácias "Big Ben", recuperou um casarão antigo e construiu um espaço maravilhoso, na esquina da Mundurucus com Padre Eutíquio, são três pisos: No 1º - uma loja para as crianças, brinquedos, livros e roupas infantis; no 2º - a farmácia e no 3º - loja de computadores, presentes, Cds, Dvds, livros e um restaurante com visão panorâmica da Praça Batista Campos...
Compro livros pela internet, mas gosto de visitar as livrarias e por muito tempo a pessoa responsável pelas encomendas de livros era a minha amiga Hilda.
A Hilda gerenciou por muito tempo a Livraria Ponto e Vírgula na Alcindo Cacela em frente da UNAMA, chegava um livro interessante e a Hilda me ligava avisando, sou fiel à Hilda, é isso mesmo!
O novo espaço é recente, a Hilda ligou convidando, fez questão de mostrar-me o cantinho dos livros de Direito dizendo que ele será ampliado e chegarão muuuiiitos livros...
Meus amigos de Belém, o espaço é maravilhoso, o chopp é supergelado e tem uns bolinhos de charque que são maravilhosos!
Já retornei lá com o Rogério Friza e até abraçamos o Ronaldo e o Roberto Agüillera agradecendo pelo novo espaço.
Para mim: livros, Cds, Dvds e a tarde caindo regada a chopp estupidamente gelado, é a vida sorrindo.

Lixo no dos outros, é refresco!

Vou falar uma coisa, eu sei como o boi voou no Recife, é só procurar na internet e todos verão como Maurício de Nassau fez o bicho voar...
Juro que quando me contaram eu não acreditei, mas a Inglaterra nos enviou lixo, é isso aí... é verdade!
Foram 89 contêineres enviados para o Brasil por duas empresas britânicas: Worldwide Biorecyclables Ltda. e a UK Multiplas Recycling Ltda. todas de Swindon, na Grã-Bretanha.
Os contêineres se encontram nos portos de Santos (SP), Rio Grande (RS) e na alfândega de Caxias do Sul (RS) com centenas de toneladas de lixo: pilhas, seringas, camisinhas (usadas é claro!) e fraldas borradas.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil acionará o Secretariado da Convenção de Basiléia, que decidirá sobre as eventuais punições. Brasil e Grã-Bretanha são signatários da Convenção de Basiléia, que regulamenta o transporte internacional de resíduos tóxicos.

quinta-feira, julho 16, 2009

Comitiva & Eduardo Bueres: Voo em mármore.


Mais uma música da Comitiva, só que não está no CD do "Boizinho Estrelado".
Faz tempo que o compositor Eduardo Bueres guardou em sua memória a morte do músico paraense Chico Sena, este se lançou do alto de um edifício em Belém, num voo sem asas, num voo que Bueres denominou de " voo em mármore", numa analogia aos túmulos revestidos de mármore... O músico Chico Sena ceifava a própria vida. Bueres imaginou-se nesse voo sem volta e numa canção-lamento discorre as sensações sentidas, é um mergulho em sonhos despedaçados... em mármore.



quarta-feira, julho 15, 2009

Passeando com Sócrates

Em tempo de consumismo exacerbado, tempo em que a essência é desprezada em favor da aparência... É bom ler Frei Beto!
A leitura de Frei Beto, com suas provocações, estabelece uma ponte para um encontro com o nosso "eu" sufocado pelas imposições capitalistas, e toda essa provocação deságua no mar da saudade, como diria o nosso amigo Cássio Andrade, saudade do tempo que a gente jogava peteca(sem pagar nada, ahahaha...) e empinava papagaio...

"Passeio Socrático (Por Frei Beto) Parte I

Ao visitar a admirável obra social de Carlinhos Brown, no Candeal, em Salvador, ouvi-o contar que na infância, vivida ali na pobreza, ele não conheceu a fome. Havia sempre um pouco de farinha, feijão, frutas e hortaliças. 'Quem trouxe a fome foi a geladeira', disse. O eletrodoméstico impôs à família a necessidade do supérfluo: refrigerantes, sorvetes etc. A sociedade centrada no mercado, como diria o baiano Guerreiro Ramos, ou seja, centrada no lucro e não nos direitos da população nos submete totalmente ao consumo de símbolos. O valor simbólico da mercadoria figura acima de sua utilidade. Assim, a fome a que se refere Carlinhos Brown é inelutavelmente insaciável. É próprio do humano - e nisso também nos diferenciamos dos animais ao manipular o alimento que ingere. A refeição exige preparo, criatividade, e a cozinha é laboratório culinário, como a mesa é missa, no sentido litúrgico. A ingestão de alimentos por um gato ou cachorro é um atavismo desprovido de arte. Entre humanos, comer exige um mínimo de cerimônia: sentar à mesa coberta pela toalha, usar talheres, apresentar os pratos com esmero e, sobretudo, desfrutar da companhia de outros comensais. Trata-se de um ritual que possui rubricas indeléveis. Parece-me desumano comer de pé ou sozinho, retirando o alimento diretamente da panela.
Marx já havia se dado conta do peso da geladeira. Nos 'Manuscritos econômicos e filosóficos' (1844), ele constata que 'o valor que cada um possui aos olhos do outro é o valor de seus respectivos bens. Portanto, em si o homem não tem nenhum valor para nós.' Capitalismo de tal modo desumaniza que já não somos apenas consumidores, somos também consumidos. As mercadorias que me revestem e os bens simbólicos que me cercam é que determinam meu valor social. Desprovido ou despojado deles, perco o valor, condenado ao mundo ignaro da pobreza e à cultura da exclusão."
(continua)

Passeando com Sócrates 2


"Passeio Socrático (Por Frei Beto) Parte II - continuação

Para o povo maori da Nova Zelândia cada coisa, e não apenas as pessoas, têm alma. Em comunidades tradicionais de África também se encontra essa interação matéria-espírito. Ora, se dizem a nós que um aborígine cultua uma árvore ou pedra, um totem ou ave, com certeza faremos um olhar de desdém. Mas quantos de nós não cultuamos o próprio carro, um determinado vinho guardado na adega, uma jóia? Assim como um objeto se associa a seu dono nas comunidades tribais, na sociedade de consumo o mesmo ocorre sob a sofisticada égide da grife. Não se compra um vestido, compra-se um Gaultier; não se adquire um carro, e sim uma Ferrari; não se bebe um vinho, mas um Château Margaux. A roupa pode ser a mais horrorosa possível, porém se traz a assinatura de um famoso estilista, a gata borralheira transforma-se em Cinderela. Somos consumidos pelas mercadorias na medida em que essa cultura neoliberal nos faz acreditar que delas emana uma energia que nos cobre como uma bendita unção, a de que pertencemos ao mundo dos eleitos, dos ricos, do poder. Pois a avassaladora indústria do consumismo imprime aos objetos uma aura, um espírito, que nos transfigura quando neles tocamos. E se somos privados desse privilégio, o sentimento de exclusão causa frustração, depressão, infelicidade. Não importa que a pessoa seja imbecil. Revestida de objetos cobiçados, é alçada ao altar dos incensados pela inveja alheia. Ela se torna também objeto, confundida com seus apetrechos e tudo mais que carrega nela, mas não é ela: bens, cifrões, cargos etc. Comércio deriva de 'com mercê', com troca. Hoje as relações de consumo são desprovidas de troca, impessoais, não mais mediatizadas pelas pessoas.
Outrora, a quitanda, o boteco, a mercearia, criavam vínculos entre o vendedor e o comprador, e também constituíam o espaço das relações de troca, como ainda ocorre na feira. Agora o supermercado suprime a presença humana. Lá está a gôndola abarrotada de produtos sedutoramente embalados. Ali, a frustração da falta de convívio é compensada pelo consumo supérfluo.
'Nada poderia ser maior que a sedução' diz Jean Baudrillard - 'nem mesmo a ordem que a destrói.' E a sedução ganha seu supremo canal na compra pela internet. Sem sair da cadeira o consumidor faz chegar à sua casa todos os produtos que deseja.
Vou com freqüência a livrarias de shoppings. Ao passar diante das lojas e contemplar os veneráveis objetos de consumo, vendedores se acercam indagando se necessito algo. 'Não, obrigado. Estou apenas fazendo um passeio socrático, respondo. Olham-me intrigados. Então explico: Sócrates era um filósofo grego que viveu séculos antes de Cristo. Também gostava de passear pelas ruas comerciais de Atenas. E, assediado por vendedores como vocês, respondia: 'Estou apenas observando quanta coisa existe de que eu não preciso para ser feliz'."

Só as crianças...


A correria de nossas vidas, leva ao famigerado estresse, é bom parar...
É o momento de sentarmos, nada de pressa, urgente, é hora de escutar as crianças, escutá-las, huumm... Não pode ser a Maisa do Sílvio Santos, heim!!!
Simplesmente, "deixai virem as puras de coração..." e descobriremos que tudo é muito simples e fácil. Nós complicamos, né?!
Abaixo uns excertos retirados da revista "Pais e Filhos", do espaço de Pedro Bloch:

"Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque, apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.. A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse:
-Quando eu morrer e for pro céu, vou perguntar a Jonas. A professora lhe perguntou:
-E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?
A menina respondeu:
- Aí a senhora pergunta. "
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"Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha.
De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
-Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?
A mãe respondeu:
-Bom, cada vez que um filho faz algo errado e faz a mãe chorar ou ficar triste, um fio do cabelo dela fica branco.
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
-Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos? "
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"Uma professora de creche observava as crianças de sua turma
desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava...
A menina respondeu:
-Estou desenhando Deus.
A professora parou e disse:
-Mas ninguém sabe como é Deus.
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
-Calma, saberão dentro de um minuto.
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"Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
E como aconteceu isso? Perguntou a mãe assustada.
-Não foi fácil, admitiu a pequena senhorita, mas três meninas me
ajudaram a segurá-lo. "
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"Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
-Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam: ali está Catarina, é advogada.
Ou também:
-Este é o Miguel. Agora é médico.
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
-E ali está a professora. Já morreu."

segunda-feira, julho 13, 2009

O Juca partiu...

Nosso irmão entardeceu varando o céu...
Na tarde de hoje nosso amigo blogueiro e cientista político - Juvêncio Arruda do 5ª Emenda faleceu.
Vinha lutando contra poderosos em nosso Estado, mas, infelizmente foi abatido por um câncer fulminante.
Fica o registro, o Juca foi um grande combatente, minhas preces continuarão...

domingo, julho 12, 2009

Apenas uma oração.


Uma oração (Jorge Luis Borges)

Minha boca pronunciou e pronunciará, milhares de vezes e nos dois idiomas
que me são íntimos, o pai-nosso, mas só em parte
o entendo. Hoje de manhã, dia primeiro de julho de 1969,
quero tentar uma oração que seja pessoal, não herdada. Sei que se
trata de uma tarefa que exige uma sinceridade mais que
humana. É evidente, em primeiro lugar, que me está vedado
pedir. Pedir que não anoiteçam meus olhos seria loucura; sei de milhares
de pessoas que vêem e que não são particularmente felizes,
justas ou sábias. O processo do tempo é uma trama de efeitos
e causas, de sorte que pedir qualquer mercê, por ínfima que seja,
é pedir que se rompa um elo dessa trama de ferro,
é pedir que já se tenha rompido. Ninguém merece
tal milagre. Não posso suplicar que meus erros
me sejam perdoados; o perdão é um ato alheio e só eu
posso salvar-me. O perdão purifica o ofendido,
não o ofensor, a quem quase não afeta. A liberdade de
meu arbítrio é talvez ilusória, mas posso dar ou
sonhar que dou. Posso dar a coragem,
que não tenho; posso dar a esperança, que não está
em mim; posso ensinar a vontade de
aprender o que pouco sei ou entrevejo. Quero ser lembrado
menos como poeta que como amigo; que alguém repita
uma cadência de Dunbar ou de Frost ou do homem
que viu à meia-noite a árvore que sangra, a Cruz,
e pense que pela primeira vez a ouviu de meus lábios. O restante
não me importa; espero que o esquecimento não demore.
Desconhecemos os desígnios do universo,
mas sabemos que raciocinar com lucidez
e agir com justiça é ajudar esses desígnios,
que não nos serão revelados.

Quero morrer completamente;
quero morrer com este companheiro,
meu corpo.
____________________________________
Jorge Luis Borges nasceu em 1899 na cidade de Buenos Aires, capital da Argentina e faleceu em Genebra, no ano de 1986. É considerado o maior poeta argentino de todos os tempos e é, sem dúvida, um dos mais importantes escritores da literatura mundial.

"Seu texto é sempre o de uma pessoa que, reconhecendo honestamente a fragilidade e as limitações do ser humano, nos coloca diante de reflexões nas quais, com freqüência, está presente o nosso próprio destino." (Miguel A. Paladino).

sábado, julho 11, 2009

Epicuro, o Jardim e amigos...


Amigos,
Nunca estive tão triste, a minha tristeza está diretamente relacionada à enfermidade de um amigo e blogueiro... Surpresa e ficamos revoltados com a vida, de uma hora para outra ela vai arrebatando pessoas que respeitamos e gostamos.
Há algum tempo eu e o amigo Oliviomar assistimos um vídeo sobre Epicuro e sua filosofia, e ficamos encantado com Epicuro, ele traduzia as nossas inquietações mundanas, era possível a felicidade... no jardim...
Olivio enviou-me um texto relacionado ao nosso filósofo maior - Epicuro.
Para quem não conhece, Epicuro recomendava o remédio que curaria o homem dos males que o afligem, dos seus "medos": a filosofia.
A filosofia epicurista diz ao homem que o remédio que possibilitará uma vida serena e prazerosa - é um Tetraphármakon:
1º Não há o que temer quanto aos deuses;
2º Não há nada a temer quanto à morte;
3º Pode-se alcançar a felicidade;
4º Pode-se suportar a dor.

Em Epicuro, a proposta de buscar a felicidade tendo por base a razão e o amor... Um projeto interior que prega a imperturbabilidade e a serenidade diante das adversidades, tanto pessoais quanto sociais. Mas isso não se dá à maneira de Platão, que prega a participação num processo coletivo de busca de bem e justiça.
O Tetraphármakon seria:
1º "Não há o que temer quanto aos deuses." - Não há temores e crendices na vida humana. Os deuses não participam dos conflitos humanos, vivem a felicidade eterna, sem necessidade de julgar, condenar ou absolver, em relação aos deuses, não há o que temer.
2º "Não há nada a temer quanto à morte." - Nada o que temer o que não está presente e que quando estiver, não estaremos mais aqui. A morte é a "privação da sensibilidade", não podemos senti-la. Sofrer ao esperá-la constitui um erro e conseqüentemente a perda da serenidade.
3º "Pode-se alcançar a felicidade" - O homem tem a vocação para uma vida feliz. O importante é não sofrer no corpo e não ter a alma perturbada - a fórmula da felicidade. A felicidade está exatamente no prazer e na serenidade.
4º "Pode-se suportar a dor." - Completa o tetraphármakon, mostrando que, se a dor existe, deve ser curada, afastada através de mecanismos que o próprio homem possui. Quando a dor é física, dever ser eliminada com a rememorização de uma situação prazerosa do passado ou uma esperançosa do futuro. Isto se dá no refúgio ao mundo interior, subjetivo e livre do tempo e do espaço. Quando a dor é da alma, devem ser revistos os valores que orientam a vida. Após esse redirecionamento e conseqüente eliminação de falsos temores, recupera-se a saúde mental e a dor desaparece.
Abaixo o texto que o amigo Oliviomar enviou-me:

O JARDIM DO FÓRUM, UM PROJETO (Gerivaldo Alves Neiva)
Assim como opta pela comida mais saborosa e não pela mais abundante, do mesmo modo ele (o sábio) colhe os doces frutos de um tempo bem vivido, ainda que breve.
Epicuro, Carta sobre a felicidade a Meneceu.
O pátio do fórum de Coité está precisando de uma reforma. Estive conversando com o administrador sobre este assunto a semana passada e decidimos aproveitar melhor o espaço. Quem sabe um pequeno palco para apresentações, uma parede branca para projeção e retomar o projeto Cine Fórum?
Na noite deste dia, enquanto o sono não chegava, apanhei aleatoriamente algum livro na estante e me caiu nas mãos uma pequena brochura sobre história da filosofia, dessas historiografias tradicionais mesmo. Abri qualquer página e li um pouco sobre o Jardim de Epicuro, mas o sono chegou logo...
Esta mistura de reforma do pátio do fórum com o Jardim de Epicuro foi retomada em sonho. Pois bem, sonhei que o pátio do fórum tinha se transformado em um espaço chamado O Jardim do Fórum e acontecia de tudo no local: poesia, música, dança, cinema, teatro, exposições, filosofia, conciliações, mediações, debates, reuniões e festas.
Tal qual o Jardim de Epicuro, o Jardim do Fórum também não era um local só de diversão, mas um local de discussões acaloradas sobre o Direito e a Justiça, porém alegres. O fundamento de todas as discussões, como também acontecia no Jardim de Epicuro, tinha sempre como base a vida cotidiana e a busca da felicidade. Nada de discussões estéreis, meramente teóricas e desvinculadas da realidade das pessoas. Sobretudo, eram discussões democráticas, alegres e acessíveis a todos.
Qualquer pessoa também podia passear no Jardim do Fórum. Não havia discriminação de qualquer natureza e, exatamente por ser assim, era o lugar preferido de todas as espécies de excluídos. Portanto, prostitutas, homossexuais e outros marginalizados se sentiam absolutamente confortáveis no Jardim.
No sonho que sonhei, estranhamente, estava acontecendo uma festa no Jardim do Fórum e não me foi informado, a princípio, o motivo daquela festa. As pessoas estavam felizes, dançavam, conversam e bebiam sem moderação. Lei seca e bafômetro? Nem pensar...
Têmis, a Deusa, provocante e linda, transitava pelo Jardim como se não pisasse o chão. Não tinha os olhos vendados, não trazia balança, nem espada e passeava alegremente entre as pessoas. Era de uma beleza estonteante. Vestia um vestido branco, fino, quase transparente, um decote bem generoso, colo branco quase rosa, cabelos castanhos encaracolados e ao vento, sorriso provocante e cativante... uma Deusa de verdade, em carne e osso.
Sentado e parecendo distante, em Atenas, na ilha de Lesbos ou em Lâmpsaco, Epicuro, feliz da vida, observava atentamente e não desgrudava os olhos da bela Têmis. Ao seu lado, tomando nota de tudo, Diógenes Laércio e outros epicuristas e hedonistas de todas as épocas, inclusive o contemporâneo Michel Onfray. De passagem, ouvi Epicuro filosofando e Diógenes anotando: “que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou ou que já passou a hora de ser feliz.” Na verdade, Epicuro estava ditando a Diógenes uma carta a ser enviada a Meneceu. Em sonho, tudo é possível.
Em outra mesa, tomando um cafezinho, Orlando Gomes, Clóvis Bevilácqua, Pontes de Miranda, Teixeira de Freitas, Calmon de Passos e Cosme de Farias – um famoso rábula baiano – em gargalhadas escandalosas, debatiam sobre a autonomia privada, direitos de personalidade, prazer e obesidade... Tudo a ver com Epicurismo e Hedonismo.
Um galera mais jovem, um pouco mais à esquerda, passando uma cuia de chimarrão, João Batista Herkenhoff, Amilton Bueno, Lédio Rosa, Rui Portanova e Rui Rosado de Aguiar trocavam figurinhas sobre as experiências da magistratura... Ouvindo atentamente, pude reconhecer ainda Luiz Edson Fachin, Lotufo, Leoni, Tartuce, Simão, Lucas, Penteado, Mazzei, Catalan, Bernardes, Roxana, Fredie, Ricardo Maurício, Cristiano, Pablo Stolze, Andréa, Mônica, Eroulths, Edvaldo Brito e outros tantos que não reconheci no sonho.
Em uma mesa mais ao centro, cada um com sua Constituição na mão – e uma taça de vinho na outra, Paulo Bonavides, José Afonso, Luis Roberto Barroso, Ingo Sarlet e Willis Santiago divagavam sobre a teoria da constituição. Ao lado deles, havia um jovem, que ouvi sendo chamado de Dirley, tomando notas sem parar.
Em outra parte do jardim, Drummond e Bandeira, com a galera-maluco-beleza da cidade, declamavam poesias. Não havia muita platéia ouvindo, mas parece que para eles o mais importante era declamar. A platéia era apenas um detalhe. A maior satisfação era simplesmente declamar. Os malucos da cidade estavam mais malucos do que de costume.
Na mesa mais alegre da festa, Luis Alberto Warat, Leonoel Severo Rocha e Alexandre Morais da Rosa, rodeados de prostitutas, malandros e outros heróis, promoviam um animado café filosófico... Também nesta mesa, um pouco mais comportado, Lenio Streck tomava algumas notas, mas não concordava com as loucuras propostas por Warat.
A reclamação de alguns em relação à fumaça tinha razão de ser. Pois bem, Marx, Engels, Proudhon, Freud, Lenin, Trotsky e Gramsci, este último bem acomodado em uma cadeira por conta do problema na coluna, fumavam fedorentos charutos e discutiam, em fenomenal algazarra, em várias línguas, sobre o Estado, sociedade civil, ideologia, revolução, propriedade, psicanálise, cultura e intelectuais... Metido que só ele, Marx se gabava a todo instante de ter escrito sua tese de doutorado sobre a diferença entre as filosofias da natureza em Demócrito e Epicuro, desfazendo equívocos sobre o pensamento do filósofo do Jardim.
Havia também uma mesa com vários convidados estrangeiros: Habermas, Dworkin, Rawls, Cappelletti, Canotilho, Alexy, Bobbio, Boaventura, Zaffaroni, Miaille, Duguit, Perelman, Ihering, Luhmann, Foucault, Ferrajoli, Grossi, Barcellona, Rodotá, Pachukanis, Stucka, Hesse, Lassalle, Maffesoli, Baudrillard, Verdú, Deleuze, Morin, Zizek, Perlingieri, Mészáros e outros que não reconheci.
De forma bem provinciana, as mulheres tricotavam em uma mesa em separado e pude reconhecer Judith Martins-Costa, Teresa Negreiros, Maria Celina, Gizelda Hironaka, Ana Paula, Marilena Chauí e Hannah Arendt conversando animadamente sobre o vestido de Têmis.
Para a posteridade, gravando tudo, Glauber Rocha prometia um filme fantástico sobre o evento histórico; Portinari registrava tudo em uma tela e Luiz Gonzaga dividia outro pedaço do Jardim com a banda de pífanos de Caruaru.
Dentre todos, havia apenas um senhor de paletó e gravata, sisudo, tomando chá, alheio a tudo que acontecia, concentrado e pensativo... Era Kelsen fazendo anotações para sua “Teoria pura do Direito.”
Recobrado do susto, depois de perguntar o que se passava, fui informado que estava acontecendo, para desespero de aristotélicos e platônicos, a festa do casamento de Têmis com Epicuro, apesar dos protestos visivelmente ciumentos de Warat e do Marquês de Sade, que tinha chegado de última hora.
A cerimônia foi presidida por Dionísio, o Baco em pessoa, em raro momento de sobriedade, rodeado de bacantes desvairadas e visivelmente embriagadas. Depois da cerimônia, uma festança regada a muito vinho e cerveja... Agora fiquei sem saber se aqui é começo ou o final do sonho...
O certo é que acordei atrasado para mais um dia de trabalho, para a rotina diária de um magistrado. Chegando ao fórum, ao cruzar o pátio, fechei um pouco os olhos para relembrar o sonho, mas não podia me atrasar mais: partes e advogados me esperavam para uma audiência, a mesa estava repleta de autos para despachar e sentenciar, mil relatórios para o CNJ e metas a cumprir. Somente para isto serve um Juiz que não sonha...
Na verdade, como escreveu Epicuro a Meneceu, “nunca devemos nos esquecer que o futuro não é nem totalmente nosso, nem totalmente não-nosso, para não sermos obrigados a esperá-lo como se estivesse por vir com toda a certeza, nem nos desesperarmos como se não estivesse por vir jamais.”
Da janela da sala de audiência, na certeza de que o futuro nasce no presente, continuei a sonhar olhando para o Jardim do Fórum!

Salvador, 04 de julho de 2009

Genivaldo Neiva
Juiz de Direito da Comarca de Conceição do Coité - Bahia / e-mail: gerivaldo_neiva@yahoo.com.br

sexta-feira, julho 10, 2009

As verbas de gabinete no Senado

Para a gente compreender o mundo louco, apartado do mundo das pessoas comuns, pedi ajuda para a Organização Não-Governamental - Transparência Brasil, no caso o mundo louco tem nome e sobrenome: Senado Federal.
O povo brasileiro não conhece o Senado e nem como ele funciona, segundo a "Transparência Brasil" a Câmara Federal é mais transparente do que o Senado, este um dos últimos redutos dos Coronéis da política, um verdadeiro feudo... Só aí poderiam resistir "atos secretos"...



AS VERBAS DE GABINETE NO SENADO
(Fabiano Angélico, coordenador de projetos da Transparência Brasil)

Após anos de resistência a demandas no sentido de que publicasse na Internet informações sobre a atividade de seus integrantes, em 2008 o Senado Federal finalmente passou a publicar dados sobre como os senadores gastam a verba chamada “indenizatória” a que têm direito. Embora a iniciativa deva ser saudada como manifestação de que os senadores estão dispostos a abrir ao menos parte do que fazem, ainda falta muito para que o Senado se iguale à Câmara dos Deputados na exibição de informações sobre a atividade parlamentar. Assim, o eleitor não sabe sequer se os senadores comparecem ao trabalho nas sessões plenárias e nas comissões temáticas, pois as freqüências não estão disponíveis facilmente para consulta. Outros dados também estão ausentes, como viagens oficiais que realizam, diárias que recebem por conta dessas viagens etc.
No que diz respeito à verba “indenizatória”, os senadores, assim como os deputados federais e outros parlamentares brasileiros, têm direito a um estipêndio mensal para gastos como correios,
combustíveis, aluguel de escritório e outras despesas. No Senado esse auxílio é de R$ 15 mil.
Se o senador apresentar notas em um montante inferior aos R$ 15 mil em um mês, a quantia não utilizada fica a sua disposição no mês seguinte. A possibilidade de dar destino ao montante acumulado é encerrada ao fim de cada semestre. Além desse benefício, os parlamentares contam com outra quantia mensal para o deslocamento a suas cidades de origem, além do uso de
carros oficiais e outras regalias, como contratar inúmeros “assessores” pagos à custa do erário.
Tais despesas, que são apresentadas como de suporte à atividade parlamentar, ajudam a fazer do Senado Federal brasileiro a instituição parlamentar mais cara do mundo (ver, a respeito, o
estudo “Os custos do Congresso”, em www.transparencia.org.br/docs/parlamentos.pdf), elaborado pela Transparência Brasil).
Entre outras informações, como ocorrências na Justiça e dados sobre financiamento eleitoral, os gastos dos senadores com suas verbas indenizatórias podem ser acompanhados no sítio de Internet do projeto Excelências (http://www.excelencias.org.br/ ), da Transparência Brasil.
No Excelências, as quantias relativas à verba indenizatória são divididas em três categorias: transportes/estadias; divulgação/consultorias; e aluguel/despesas diversas.

quarta-feira, julho 08, 2009

Honduras Libre!!!

Luiz Inácio falou que se começarem a deixar golpistas soltos, acaba contaminando e virando moda...
Aos golpistas de Honduras nenhum diálogo, nada de legitimar aventureiros sedentos de poder e fazendo o jogo do narcotráfico em Honduras.
Manuel Zelaya não é comunista e nem tampouco socialista, apenas um reformista. O que a elite hondurenha não aceita. Arrogante e buscando construir uma legitimidade inexistente, o golpista Roberto Micheletti arrota ameaças e se desdobra em bravatas.
Que Obama e Hillary Clinton não joguem panos quentes nesta situação, é necessário pressionar e encurralar os golpistas.
Zelaya é o legítimo presidente de Honduras.
Fazer "consulta popular" jamais poderá justificar um golpe na democracia.

terça-feira, julho 07, 2009

Que notas são estas?

O Ensino evoluiu?
Sei lá!
Alguns professores são chamados a dar um jeitinho... Só que existem situações que nem Jesus salva! Mas, os pais já sabem de quem é a culpa, né?!

É Prazer!

Patrícia aluna de Direito e muita dedicada, mandou-me mais uma historinha de estagiário entre outras milhares que existem, ahahaha...
Ei Patrícia! vou publicar, ok?
Vamos ler sobre a odisséia dos estagiários pelo Brasil...

"Roberto, um presidente de empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher, depois de tanto tempo, é trabalho ou prazer.
Na dúvida, liga pro diretor geral e pergunta.
O diretor liga pro vice-diretor e faz a mesma pergunta.
O vice-diretor liga pro gerente geral e pergunta. E assim segue a corrente de ligações, até que a pergunta chega no jurídico e o advogado pergunta pro estagiário que está todo afobado, fazendo mil coisas ao mesmo tempo:
- Rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o presidente transa com a mulher dele é trabalho ou prazer?

- É prazer!

- Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança?

- É que se fosse trabalho já tinham mandado eu fazer...

Morreu Goffredo Telles Jr, Viva Goffredo!!!


Faleceu no último dia 27(sábado) o professor Goffredo da Silva Telles Jr, aos 94 anos. O acontecimento foi ofuscado pela morte do pop star Michael Jackson, mas o Brasil pode se orgulhar: Goffredo Telles Jr foi o grande jurista brasileiro.
Intelectual preocupado com o seu povo, com a condição humana... Acima de tudo um brilhante advogado.
Professor emérito pela USP.
Em 1977, em pleno 13º ano de chumbo da ditadura militar.
Goffredo Jr na noite de 8 de Agosto de 1977, leu sua “CARTA AOS BRASILEIROS”, na Faculdade de Direito da USP, diante de grande multidão de estudantes, de gente do povo, de altas personalidades e de jornalistas.
"Carta aos brasileiros" se tornou um marco importantíssimo no processo de abertura democrática em nosso País.
Goffredo Telles Jr, um grande brasileiro.
Abaixo alguns excertos do documento histórico.

"CARTA AOS BRASILEIROS

Das Arcadas do Largo de São Francisco, do “Território ­Livre” da Academia de Direito de São Paulo, dirigimos, a todos os brasi­leiros esta Mensagem de Aniversário, que é a Proclamaçõo de Princípios de nossas convicções políticas.
Na qualidade de herdeiros do patrimônio recebido de nossos maiores, ao ensejo do Sesquicentenário dos Cursos Jurídicos no Brasil, queremos dar o testemunho, para as gerações futuras, de que os ideais do Estado de Direito, apesar da conjuntura da hora presente, vivem e atuam, hoje como ontem, no espírito vigilante da nacionalidade.
Queremos dizer, sobretudo aos moços, que nós aqui estamos e aqui permanecemos, decididos, como sempre, a lutar pelos Direi­tos Humanos, contra a opressão de todas as ditaduras.
Nossa fidelidade de hoje aos princípios basilares da Democracia é a mesma que sempre existiu à sombra das Arcadas: fidelidade indefectível e operante, que escreveu as Páginas da Liberdade, na História do Brasil.
Estamos certos de que esta Carta exprime o pensamento ­comum de nossa imensa e poderosa Família – da Família formada, durante um século e meio, na Academia do Largo de São Francisco, na Faculdade de Direito de Olinda e Recife, e nas ­outras grandes Faculdades de Direito do Brasil – Família indestrutível, espalhada por todos os rincões da Pátria, e da qual já saíram, na vigência de Constituições democráticas, dezessete Presidentes da República.

(...)
Os Valores Soberanos do Homem, Dentro do Estado de Direito

Neste preciso momento histórico, reassume extraordinária importância a verificação de um fato cósmico. Até o advento do Homem no Universo, a evolução era simples mudança na organização física dos seres. Com o surgimento do Homem, a evolução passou a ser, também, um movimento da consciência.
Seja-nos permitido insistir num truísmo: a evolução do ­homem é a evolução de sua consciência; e a evolução da consciência é a evolução da cultura.
A nossa tese é a de que o homem se aperfeiçoa à medida que incorpora valores morais ao seu patrimônio espiritual. ­Sustentamos que os Estados somente progridem, somente se aprimoram, ­quando tendem a satisfazer ansiedades do coração humano, assegurando a fruição de valores espirituais, de que a importância da vida indi­vidual depende.
Sustentamos que um Estado será tanto mais evoluído quanto mais a ordem reinante consagre e garanta o direito dos cidadãos de serem regidos por uma Constituição soberana, elaborada livre­mente pelos Representantes do Povo, numa Assembléia Nacional Constituinte; o direito de não ver ninguém jamais submetido a disposições de atos legislativos do Poder Executivo, contrários aos preceitos e ao espírito dessa Constituição; o direito de ter um Governo em que o Poder Legislativo e o Poder Judiciário ­possam cumprir sua missão com independência, sem medo de represálias e castigos do Poder Executivo; o direito de ter um Poder ­Executivo limitado pelas normas da Constituição soberana, elaborada pela Assembléia Nacional Constituinte; o direito de escolher, em ­pleitos democráticos, seus governantes e legisladores; o direito de ser eleito governante ou legislador, e o de ocupar cargos na administração pública; o direito de se fazer ouvir pelos Poderes Públicos, e de introduzir seu pensamento nas decisões do Governo; o direito à liberdade justa, que é o direito de fazer ou de não fazer o que a lei não proíbe; o direito à igualdade perante a lei que é o direito de cada um de receber o que a cada um pertence; o direito à intimidade e à inviolabilidade do domicílio; o direito à propriedade e o de conservá-la; o direito de organizar livremente sindicatos de trabalhadores, para que estes possam lutar em defesa de seus interesses; o direito à presunção de inocência, dos que não forem declarados culpados, em processo regular; o direito de imediata e ampla defesa dos que forem acusados de ter praticado ato ilícito; o direito de não ser preso, fora dos casos previstos em lei; o direito de não ser mantido preso, em regime de inco­municabilidade, fora dos casos da lei; o direito de não ser conde­nado a nenhuma pena que a lei não haja cominado antes do delito; o direito de nunca ser submetido à tortura, nem a tratamento desumano ou degradante; o direito de pedir a manifestação do Poder Judiciário, sempre que houver interesse legítimo de alguém; o direito irrestrito de impetrar habeas corpus; o direito de ter Juízes e Tribunais independentes, com prerrogativas que os ­tornem refratários a injunções de qualquer ordem; o direito de ter uma imprensa livre; o direito de fruir das obras de arte e cultura, sem cortes ou restrições; o direito de exprimir o pensamento, sem qualquer censura, ressalvadas as penas legalmente previstas, para os crimes de calúnia, difamação e injúria; o direito de resposta; o direito de reunião e associação.
Tais direitos são valores soberanos. São ideais que inspiram as ordenações jurídicas das nações verdadeiramente civilizadas. São princípios informadores do Estado de Direito.
Fiquemos apenas com o essencial.
O que queremos é ordem. Somos contrários a qualquer tipo de subversão. Mas a ordem que queremos é a ordem do Estado de Direito.
A consciência jurídica do Brasil quer uma cousa só: o Estado de Direito, já.


Goffredo Telles Júnior "

Para a Terra do Nunca...

"Por favor, não fale mal de Michael... não hoje!"
A frase acima foi dita por uma fã de Michael Jackson nos EUA, um dia após a sua morte.
Tenho a impressão que realmente ele voou para a "Terra do Nunca", afinal não era ele o Peter Pan?!

Vá ao cinema!

Recebi do Vieirinha de Marapanim o e-mail com a dica sobre cinema, isto é, com a dica sobre um cinéfilo com 65 anos de experiência em película e que compartilha a sua experiência no mundo virtual, vale a pena visitá-lo, anota aí o endereço:http://www.65anosdecinema.pro.br/index.htm

domingo, julho 05, 2009

Tadeu Schumann: - amigo!

Quero primeiramente dizer que o amigo Tadeu Schumann é um irmão de fé e faca amolada...
Começo dizendo que ele veio pela blogosfera.
Amizade virtual que se tornou real.
Ano passado em novembro de 2008 Tadeu Schumann estava em Belém no Hotel Beira-Rio e estive lá para dar as boas vindas, e bebemos todas as cerpinhas... Sério!
Quinta-feira passada ele estava entre nós, convidei o amigo David Carneiro e recepcionamos o amigo paulista.
Tenho a sensação de que Tadeu é um holograma, explico-me... Estive com ele e o amigo David Carneiro no bar e restaurante Taberna São Jorge, confraternizamos bastante, e estávamos felizes!
No dia seguinte ele sumiu de verdade!
Só tomamos conhecimento que ele retornou para São Paulo.
Depois da Taberna São Jorge, fiquei doente e não consegui abraçar o meu amigo Tadeu Schumann...
Escrevi este post para dizer: - Amigo Tadeu Schumann existes de verdade?!

Zé Augusto: - Sim é possível!!!

"A perseverança acaba sempre por triunfar"

Quero dizer com a maior simplicidade, hoje nem Confúcio e tampouco Jean-Paul Sartre me ensinaram tanto... Como Zé Augusto.
Aprendi com ele que o impossível é humanamente possível.
Aprendi sinceramente que: - NÓS PODEMOS!

sexta-feira, julho 03, 2009

Santarém, vou além dos teus encantos...

Promessa feita, promessa cumprida.
Uma santarena morando em Fortaleza - Ceará, solicitou-me que postasse a música de Beto Paixão, músico santareno que gravou uma ode ao seu pedaço de terra - Santarém, a pérola do Tapajós.
O irmão do Beto Paixão é o poeta Paulo Paixão, nosso irmãozinho. Sempre atendo os pedidos feitos pelo poeta, desde que não sejam imorais e libidinosos, ahahaha...
O poeta ainda não é muito chegado aos novos tempos, tecnologias, ipod, mp4 e etc., pois bem, ele chegou comigo e disse, quase sussurrando:- Meu irmãozinho, Santarém faz aniversário no dia 22, publica essas linhas no teu blog.
Paulo puxou do bolso um pedaço de papel todo amassado, não lembro se era papel de enrolar pão ou prego, mas tava lá rabiscado a mensagem para a sua terra natal.
Paulo Paixão peço-te perdão por só agora publicá-la, infelizmente tenho perdido a minha autonomia em função da La plata, agora estou de férias e espero recuperar a tua consideração.
Informações rápidas: Santarém foi fundada no dia 22 de junho em 1661, como uma aldeia missionária pelo Padre João Felipe Bettendorf que tinha a missão de catequisar os índios Tapajós.



"Caro amigo Pedro Nelito,
Faça aquela ponte para o seu amigo do peito, você que já se rendeu à alma santarena.
Do amigo Paulo Paixão.

Feliz aniversário Santarém!

Bate que bate meu coração
Por amor, apreensão e saudade
Na razão direta da minha paixão
E carinho por cada grão de areia
Das tuas praias de alvor incomparável;
Cada maresia de alegre criancice do
Teu rio de sonhos
E por cada olhar de encantamento
Dos teus filhos e filhas (estejam onde estiverem)
Que te amam assim...
de montão!

Salve 22 de junho!

Paulo Paixão

Quem lucra com a diminuição da maioridade penal no Brasil?

Publico artigo de uma pedagoga muito comprometida com um mundo melhor.
O debate está aceso, há muita superficialidade, é necessário o aprofundamento, corremos o risco de ficar pior o que já é ruim...
Salomé está alertando, autoridades e formadores de opinião prestem atenção no que ela está dizendo, heim!!!

QUEM LUCRA E QUEM PERDE COM A DIMINUIÇÃO DA MAIORIDADE PENAL NO BRASIL
MARIA SALOMÉ VILHENA DOS SANTOS
Pedagoga, professora, acadêmica do Curso de Direito


Quem vê a solução de combate à criminalidade e violência social pela diminuição da
maioridade penal, em pouco tempo estará exigindo que baixe para 14, 12, 10... anos de idade.
Os defensores dessa idéia acreditam ou querem nos fazer crer que essa medida inibirá
infrações cometidas por adultos que se escondem atrás de menores.
Não é segredo para ninguém que grande número dos crimes da atualidade têm sua autoria
nas crianças e jovens, os noticiários diários estão aí para comprovar, mas pessoas conscientes e sérias deste país sabem que a solução para coibir e diminuir esse estado de coisa não é a cadeia, uma vez que esse sistema não resgata a dignidade de ninguém, ele está falido e já provou não ter condição de inibir o aumento da criminalidade. Está na hora das autoridades e poderes constituídos responsáveis em demandar políticas sociais, mudarem o foco de suas estratégias, adotando outras literaturas e experiências que desmentem, combatem, e não aceitam o status
quo
, como profecia imutável; assumirem a proteção e cuidado preventivo desses seres indefesos, vítimas excluídas de seus direitos básicos que vem de anos, herança secular de abandono e exclusão que hoje culmina nesse caos social: falta de habitação, alimentação, saúde, educação, esporte, cultura e lazer, evitando que sejam presas fáceis para elementos inescrupulosos, alguns infiltrados entre pessoas consideradas de bem nos serviços públicos, privados e sociais.

QUEM LUCRA COM A DIMINUIÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
Primeiramente os governantes e demais autoridades constituídas de primeiro escalão com poder de mando, os descompromissados com o interesse da população, principalmente os ligados à justiça e segurança que detém os maiores salários, pois não estão em contato direto com o problema, mas usufruem de muitos benefícios mantidos com o dinheiro público, pago por nós, pois somos nós que arcamos com todos as suas contas e serviços, com sua escolta 24 horas para si e suas famílias, transportes, viagens gratuitas em alguns casos extensiva às suas famílias e amigos;
A justiça e Segurança, constituída em sua maioria por famílias da primeira esfera social (advogados, juízes, magistrados, etc.), com a diminuição da maioridade penal terão seu mercado profissional ampliado, mais motivos para reivindicações salariais e recursos. Os advogados terão mais clientes, jovens de 16 anos, duplicará ou triplicará a necessidades de mais comarcas, defensorias, delegacias e penitenciárias..., mais profissionais da área, etc.
Na realidade a baixa da maioridade penal isenta essas autoridades de sua responsabilidade, tira do governo a obrigatoriedade de tutelar, proteger, e prover os direitos básicos desses jovens.
Ao reboque dessa decisão virá uma série de outras afins que dependem dessa hierarquia.

QUEM PERDERÁ COM A DIMINUIÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
A sociedade em geral.
No campo profissional, a maior prejudicada que talvez não perceba de imediato, é a classe operacional da justiça e segurança, ligada à repressão. E os policiais das ruas serão os trabalhadores mais pressionados psicologicamente, pois com a ampliação do contingente terão aumentado seus riscos em função do quantitativo da clientela potencialmente sujeita a penalização criminal. Esses policiais terão mais criminosos com os quais se preocuparem sob pressão da sociedade e chefias hierárquicas, enfrentando todos os dias os riscos que seus baixos salários não compensam.
Hoje as agências prisionais e serviços de atendimento judiciais não estão dando conta do número de atendimento, milhares de processos estão caducando em departamentos, etc. Há sobrecarga de serviço para alguns operadores que reclamam de carência de profissionais nesses serviços. O que acontecerá, como será quando esse número aumentar com a baixa para 16 anos, considerando que existe uma grande demanda de jovens infratores na faixa entre 16 a 18 anos em unidades sócios educativas? Certamente haverá necessidade de dobrar a demanda de profissionais com o agravante que dificilmente se fará um trabalho que permita a recuperação e ressocialização desses jovens agravando ainda mais a violência social.
Diminuir a maioridade penal exigirá dobrar o custo para manter os sistemas judiciário, carcerário e outros afins.
Muito mais eficaz será trabalhar a prevenção em todas as suas nuances, custará bem menos e a possibilidade de diminuição do problema é maior, sendo que essa área exigirá bem menos recurso financeiro, ainda que seja um serviço de extrema relevância social reconhecido por todos, pois um profissional da educação pública, mesmo bem qualificado recebe de um quinto a um décimo do que recebe a maioria dos profissionais da justiça e segurança do primeiro escalão.
Não podemos precisar o custo que acarretará aos cofres públicos a diminuição da maioridade penal, mas arriscamos dizer que provavelmente o custo da edificação e manutenção de uma penitenciária média daria para erguer e manter mais de cinco ou dez escolas para funcionar em regime de tempo integral com a certeza de retorno positivo para toda a sociedade, se forem atendidas todas as condições para o funcionamento ou seja se o espaço for preparado para o atendimento integral da criança e jovem: ensino formal (instrução) e complementos (alimentação, saúde, esporte, cultura e lazer...), com todos os órgãos voltados à esse atendimento, concentrados ao mesmo tempo de forma articulada. Para se ter uma idéia, hoje o
custo médio de um preso mês está em torno de Cr$ 1.500,00 a Cr$1.800,00, enquanto que o custo mês de um aluno ao país beira Cr$150,00 a Cr$ 180,00.
Vive-se hoje o resultado da excessiva incompetência técnica burocrática e irresponsabilidade social neoliberal. Nenhum país que queira qualidade de vida mínima para todos pensará em solucionar suas crises sociais, abandonando, isolando ou segregando pessoas. Lembremos que um animal acuado ou represado encontrará sempre novas estratégias de resistência ainda mais sofisticada para sobreviver.

Belém, 28 de junho de 2009
Contato: 91954739

Vai encarar?

Quem vai meter a cara?

Pabst é um ''boxer misturado'', e acabou de vencer o concurso de cão mais feio do mundo, o concurso foi realizado em Petaluma, Califórnia, Estados Unidos.

Ele é o cão!!!

Calma Valentão!!!

Encontrei essa notícia no Portal Terra, ao olhar a foto do Gregory McCalium, depois do arranca-rabo com o Frank Corti, fiquei pensando como algumas pessoas são precipitadas...
Neste caso, cabe aquela recomendação feita aos incautos de 1ª hora: - Calma Valentão!!!
Pra entender melhor, leia abaixo a aventura do Gregory McCaulim...
Ah! Ia esquecendo de lembrá-los, prestem bem atenção! Nunca, eu falei: - Nunca! Nunca chamem pra porrada, não necessariamente nessa ordem: - Capoerista, lutador de Jiu-jitsu e ex-lutador de boxe, ahahaha...
No caso em tela, depois da queda, o pior acontece - o coice! Gregory foi condenado pela Justiça.
[Gregory McCalium foi ferido no rosto após invadir a casa do ex-boxeador]
Arrombador golpeado por ex-boxeador de 71 anos é condenado

"Um britânico de 23 anos foi condenado a quatro anos e meio de prisão nesta semana por ter invadido a residência de uma casal de idosos perto de Oxford, na Grã-Bretanha, em agosto do ano passado. Apesar de armado com uma faca, o jovem foi dominado pelo dono da casa, um ex-boxeador de 71 anos.
Frank Corti é um militar da reserva e serviu com o Royal Engineers no norte da África entre 1956 e 58. Ele acertou dois diretos no rosto do vizinho Gregory McCalium, que o deixaram com um olho roxo e com o lábio inferior inchado.
Quando a polícia chegou à casa, o atendente de bar McCalium já havia sido dominado pelo reservista. O juiz que presidiu o caso no Tribunal Real de Oxford afirmou que McCalium "teve o que mereceu".
Segundo a Justiça, McCalium estava bêbado depois de voltar de uma festa e entrou na casa do vizinho, com quem vinha tendo desentendimentos, às 8h do dia 19 de agosto do ano passado. O criminoso havia sido julgado em março, mas a sua sentença só saiu na segunda-feira.
Corti afirmou já ter tido discussões com McCalium por causa de barulho e que chegara a chamar a polícia cerca de uma hora e meia antes da invasão, ao ser importunado pelo jovem, que teria batido na porta da casa do reservista.
O jovem vai ter que cumprir pelo menos metade da sentença antes de ter direito a liberdade condicional."

Vozes da Comitiva


Eis que a 2ª e 3ª vozes se confraternizam... Ecos da nossa Marselhesa!
Como é difícil a tarefa de cantar, ahahaha... Não canto nada! O Xico faz uma ferida...

Gripe influenza A(H1N1)

Olha o efeito da gripe suína...
Cuidado!!!
Eu nem saio mais de casa, ahahaha...
O nome da gripe é influenza A (H1N1)
A foto abaixo é do Prof. Tico quando ainda se recuperava no hospital dessa gripe desgraçada. Saúde Cabeção!!!