quarta-feira, agosto 12, 2009

Frases de banheiros públicos


Algumas frases...

- Quer conhecer tua namorada... CASA! Quer conhecer tua mulher... SEPARA!!!

- Amor é aquilo que começa com um príncipe beijando um anjo e acaba com um careca olhando para uma gorda.

- Velho é aquele que quando jovem costumava ter quatro membros flexíveis e um duro. Agora tem quatro duros e um flexível.

- Status é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.

- Feliz é aquele que é tão bonito quanto a mãe acha que é. Tem tanto dinheiro quanto o filho dele acha que tem. Tem tantas mulheres quanto a mulher dele acha que ele tem. E é tão bom de cama como ele acha que é.

- Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha não erra... E quem não erra... é promovido.

- Como é difícil se livrar de uma mulher fácil.

- Se caminhar fosse bom para a saúde o carteiro seria imortal.

- Se você é capaz de sorrir quanto tudo deu errado, é porque já descobriu em quem pôr a culpa.

- Crianças no banco dianteiro podem causar acidentes... Acidentes no banco traseiro podem causar crianças.

- A diferença entre uma mulher na TPM e um sequestrador, é que com o sequestrador ainda existe uma possibilidade de negociação.

- Se não puder ajudar, atrapalhe, afinal o importante é participar.

- Errar é humano. Colocar a culpa em alguém é estratégico.

- Marido é igual a menstruação: Quando chega, incomoda; quando atrasa, preocupa.

- Se tamanho fosse documento o elefante era dono do circo.

10 comentários:

JéssicaN. disse...

AHAHAHAHAHAHA
adorei =D

André Costa Nunes disse...

JUVÊNCIO ARRUDA
André Costa Nunes
andré@terradomeio.com.br

Conheci o Juvêncio faz menos de um ano. Não houve sequer tempo para chamá-lo de Juca. Lafayette apresentou-me, em um certo fim de tarde de meio de semana, no bar do Ranulfo, colado ao Quem São Eles.

-Juca, este é meu pai, de quem te falei.

Pronto. Virou amigo de infância, de juventude, embora quase vinte anos separassem nossas infância e juventude. Acho que ele levava muito a sério o fato de ser juvêncio. Daí para a Terra do Meio, ficar de bubuia nas águas do Rio Uriboca foi um pulo. E parecia que era frequentador do lugar há vinte, trinta anos. Desde sempre. E haja irreverência, casos e causos.

Fizemos planos e mais planos para o seu Quinta Emenda. Blog, a mídia do futuro, concordávamos. E o futuro chegara. Concordávamos também. No mais, discutíamos e, por vezes discordávamos. Um citadino com extrema sensibilidade cabocla, coisa que eu, cabocão xinguara, buscava, até com impaciência, nos meus amigos urbanos.

Juvêncio, por que não Juca? estava almoçando comigo na maloca à beira do Uriboca. Fora trazido pelo Lafayette, que, sem eu saber, convidara o irmão, André, que é médico. André chegou quando a caldeirada já estava no meio. Abriu uma cerveja e alimentou o papo.

Quando esperávamos a sobremesa, queijo de búfala com doce de cupu e castanha, quase com displicência, pegou os exames do Juvêncio. Ele os levara para isso mesmo, para uma avaliação do André. Pneumologista, pegou logo a radiografia do tórax. Antes que a olhasse contra o sol, Juvêncio ainda brincou:

– e aí, cara, quantos meses ainda tenho de vida?

Acho que só eu notei o tremendo esforço que o André fez para não demonstrar a angústia que sentia.

Sem responder perguntou:

– estás dirigindo?

- não, vim na carona do Lafa.

– vamos comigo.

Conversamos no caminho. Juvêncio ainda insistiu em perguntar alguma coisa que não me lembro. O Lafayette ficou mudo. Os três, em silêncio, dirigiram-se para os carros estacionados à sombra da mangueira.

A sobremesa chegou. Ninguém comeu. A cerveja esquentou. Fiquei só. Eu e meu rio, com aquele nó na garganta e um sentimento profundo, indefinido, mundiado, que só os cabocos velhos sabem sentir.

Poucos dias depois, não me lembro quantos, o André me telefonou do hospital. Acabara de assinar o atestado de óbito do Juvêncio. Disse duas palavras e calou. Ainda devemos ter ficado um bom tempo com o celular ao ouvido. Nada mais havia a dizer ou a perguntar.

"Requiescant in pace", camarada.

citadinokane disse...

Jéssica,
Sumida!

citadinokane disse...

André,
Obrigado por compartilhar com a gente essas emoções.
abs

Dilberto L. Rosa disse...

Muito bom, meu caro! E como diria o Bonfá: é falando merda que a gente aduba a vida: e viva a mais sadia picardia! E tenho dito! Abração!

P.S.: Cidadão Kane também é um de meus favoritos! Quase brigo quando, noutro dia, amigo meu quis botar defeito nessa obra-prima... Foi reparar a maquiagem...

Belenâmbulo disse...

Bela coletânea!
As minhas preferidas são: "Status", "Feliz" "Se não puder ajudar, atrapalhe"

citadinokane disse...

Dilberto,
Ahahaha... É isso aí, mermão!!!
abraços

citadinokane disse...

Wagner,
Já me falaram de outra maneira, huumm... deixa eu ver como era... Ah! era assim: "Se não puder ajudar, pelo menos atrapalhe."
Nada original, né?!
Vou linkar o "Belenâmbulo".
abraços

Hellen Rêgo disse...

rsrsrsrsrs

citadinokane disse...

Hellen,
Será possível citar essas pérolas em nossas petições?
bjs