domingo, outubro 17, 2010

A natureza vira a mesa da razão.

Hoje pela manhã tive uma experiência frustrante... Depois entrei no carro e comecei a cantarolar a música abaixo do Chico Buarque. Deus, eu pensei que fosse Deus/ E que os mares fossem meus/Como pensam os ingleses...
Não se pode deixar a soberba tomar conta da gente, o resultado é desastroso, podem confirmar com o meu amigo Jober, ok?!
A letra dessa música é um soco no estômago, de tanta certeza nunca mais serei soberbo, pois a natureza vira a mesa da razão.

Mais, mais que a vida em minha mão
Mais que jura de cristão
Mais que a pedra desse cais
Eu te dei certeza
Da certeza do meu coração
Mas a natureza vira a mesa da razão

Por hoje é só.

Embarcação (Francis Hime/Chico Buarque)
Sim, foi que nem um temporal
Foi um vaso de cristal
Que partiu dentro de mim
Ou quem sabe os ventos
Pondo fogo numa embarcação
Os quatro elementos
Num momento de paixão


Deus, eu pensei que fosse Deus
E que os mares fossem meus
Como pensam os ingleses
Mel, eu pensei que fosse mel
E bebi da vida
Como bebe um marinheiro de partida, mel
Meu, eu julguei que fosse meu
O calor do corpo teu
Que incendeia meu corpo há meses
Ar, como eu precisava amar
E antes mesmo do galo cantar
Eu te neguei três vezes
Cais, ficou tão pequeno o cais
Te perdi de vista para nunca mais


Mais, mais que a vida em minha mão
Mais que jura de cristão
Mais que a pedra desse cais
Eu te dei certeza
Da certeza do meu coração
Mas a natureza vira a mesa da razão

2 comentários:

Anônimo disse...

ê Salgueirão velho de guerra...num deu né? Porra só faltava um joguinho...tudo de velho de novo.

citadinokane disse...

Anônimo,
No deu DNA tem um Urublue???