domingo, dezembro 05, 2010

Res ab exitu spectanda et dirigenda est: - Atentado violento ao pudor.

Prestem bem atenção, o blog vai tratar seriamente de um tema para que os incautos ponham as barbas de molho, ok?!
Res ab exitu spectanda et dirigenda est em latim, traduzindo: "Antes de entrar, pensar na saída".
Existe muita gente por aí que adora novidades, nós gostamos de novidades, mas... é preciso atenção, novidade sob controle, chamo o meu advogado para confirmar que não se pode entrar nas ondas sem o controle da situação, estou certo Dr. Maurício Leal Dias? Depois é muito choro e ranger de dente, ahahaha... Calma! Vamos esmiuçar a "parada", ok?!
Retirei a informação do blog da minha amiga Tânia, visite a nossa defensora pública - www.taniadefensora.blogspot.com/.

Uma noite linda, um casal resolve sair para se divertir com outro casal amigo, tudo isso aconteceu na terra das duplas sertanejas - Goiás. Esse Estado é pródigo em duplas sertanejas, talvez pelas emoções fortes que as pessoas vivenciam, emoções que viram músicas e que arrebatam os corações inocentes, ahahaha... Eu não gostaria de ser amigo de JRO (mui amigo) e nem de ser o LCS (todotário). Numa boa, acho que LCS é um tremendo panaca, e JRO um aproveitador de loucos e bêbados. Agora o que tinha de LCS dar publicidade ao caso.
Mas, deixa a Tânia contar a história, fala Tânia!

"O Tribunal de Justiça de Goiás decidiu que o homem que, por vontade própria, participar de uma sessão de sexo grupal e, em decorrência disso, for alvo de sexo anal passivo, não pode declarar-se vítima de crime de atentado violento ao pudor.
O acórdão do TJ de Goiás, publicado no dia 6, é um puxão de orelhas no autor da ação que reclamava da conduta de um amigo.
LCS acusou o amigo JRO de ter praticado contra ele "ato libidinoso diverso da conjunção carnal " [ele foi enrrabado(informação do CitadinoKane)].
LCS alegou que, como estava bêbado, não pôde se defender.
Por meio do Ministério Público, recorreu à Justiça. Mas o Tribunal concluiu que não há crime, já que a suposta vítima teria concordado em fazer sexo grupal.
O acórdão dos desembargadores é categórico:
"A prática de sexo grupal é ato que agride a moral e os bons costumes minimamente civilizados. Se o indivíduo, de forma voluntária e espontânea, participa de orgia promovida por amigos seus, não pode ao final do contubérnio dizer-se vítima de atentado violento ao pudor.
Quem procura satisfazer a volúpia sua ou de outrem, aderindo ao desregramento de um bacanal, submete-se conscientemente a desempenhar o papel de sujeito ativo ou passivo, tal é a inexistência de moralidade e recto neste tipo de confraternização".
Para o Tribunal de Justiça do Estado, quem participa de sexo grupal já pode imaginar o que está por vir e não tem o direito de se indignar depois. "(...) não pode dizer-se vítima de atentado violento ao pudor aquele que ao final da orgia viu-se alvo passivo de ato sexual", concluíram os desembargadores.
Segundo o inquérito policial, no dia 11 de agosto de 2003, após ter embriagado LCS, JRO teria abusado sexualmente do amigo.
Em seguida, teria levado o amigo e sua própria mulher, senhora S, a uma construção no Parque Las Vegas, em Bela Vista de Goiás.
Lá, teria obrigado a mulher e o amigo a tirar suas roupas e a manter relações sexuais, alegando que queria " fazer uma suruba ".
Em seguida, JRO teria mais uma vez se aproveitado da embriaguez do amigo e praticado sexo anal com ele.
JRO foi absolvido por unanimidade pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás, que manteve a decisão da primeira instância. Segundo o relator do caso, desembargador PT, as provas não foram suficientes para justificar uma condenação, pois limitaram-se aos depoimentos de LCS e de sua mãe.
Em seu depoimento, a mulher de LCS confirmou que LCS teria participado da orgia por livre e espontânea vontade.
Para o magistrado, todos do grupo estavam de acordo com a prática, que definiu como desavergonhada.
"A literatura profana que trata do assunto dá destaque especial ao despudor e desavergonhamento, porque durante uma orgia consentida e protagonizada não se faz distinção de sexo, podendo cada partícipe ser sujeito ativo ou passivo durante o desempenho sexual entre parceiros e parceiras. Tudo de forma consentida e efusivamente festejada", esclareceu o relator.

6 comentários:

Anônimo disse...

Como diria o sábio romano :
"embriagatus sunt , enrabatus est" logo seguido pelo Tiririca : "E vai chorar na cama que é lugar quentinho"
Abração
Tadeu

citadinokane disse...

Tadeu,
És bom no latim.
O cara fica querendo tirar uma de moderninho, olha a bronca que ele se meteu.
O amigo dele é doido, não dispensa nem a mulher do outro e a amizade? Virou uma merda literalmente, mas deixa pra lá!
Um forte abraço mermão

Anônimo disse...

Em latim de novo : sardade da porra de tu e de outros chegados,em fevereiro pago a conta no peixe-frito.
Abs
Tadeu

citadinokane disse...

Tadeu,
O banzo é grande.
Vem com tempo largo, nada de "ejaculação precoce"...
Pago uma cerveja, ok?!
abs

Anônimo disse...

Falando em "pago uma cerveja" , o papel de embrulhar pregos vulgo Joel Santana do norte, resiste???Se sim lá eu pago a lingua com farofia
Irei com mais calma , te asseguro
Tadeu

citadinokane disse...

Tadeu,
Mermão, nunca mais fui por lá!
Mas, topo enfrentar aquela língua com farofa, ora se topo!?
Vem com calma.
abs