domingo, janeiro 09, 2011

Sem Estado é a barbárie.

A minha retrospectiva sempre faço na primeira quinzena de janeiro.
Acima, aquele rapaz ao lado do jogador do Flamengo (Fernando Assunção), o  nosso cozinheiro-mor - Rui Santana, baiano de nascimento e sotaque: - Cê entendeu meu rei?! Se não entendeu vou ficar viradonaporra... Ahahaha... Ei Rui! Desculpa aí tá?!
Falei inicialmente do Rui porque é o cara que proporciona os nossos encontros, somos fisgados pela boca, o nosso querido baiano prepara pratos maravilhosos, sério! O cara manda bem na cozinha, expert em culinária nordestina, buchada de bode, muquecada de arraias e peixes... Uma gostosura!
Na imagem acima, depois da muqueca de arraia, tínhamos a solução para todas mazelas do Brasil e do mundo.
Após cervejas, vinhos e vodcas, o debate aceso...
Fernando Assunção, o cara que mais incomodou em 2010 o Prefeito de Ananindeua Hélder Barbalho, tentava puxar a "Internacional Comunista", mas a língua enrolava, não dava mesmo para cantar.
Eduardo Bueres impulsivo se apresentava como um bolchevique que acabara de ser transportado pela máquina do tempo de São Petersburgo do front de 1917.
Nilton Atayde alertava sobre a tolerância, falava de Jose Ortega y Gasset  e arrematava no debate com a frase do pensador espanhol: - "O homem é o homem e suas circunstancias".
Penso que a bússola que nos orienta hoje, aponta para uma sociedade em que o Estado só se justifica se for para a realização da felicidade das maiorias sem descuidar das minorias.
O concerto político, antes de confrontar esquerda e direita, há de escutar a sociedade civil organizada, ficou comprovado que sem a atuação do Estado frente a voracidade do mercado, milhões de pessoas no Brasil ficariam entregues à própria sorte, indigência...
Esse é um legado da era Lula, não podemos dispor do destino de uma nação em favor do mercado, são vidas humanas despedaçadas pela ganância e especulação. O mercado pode existir,mas com o Estado atento a proteger minorias e segmentos fragilizados economicamente da sociedade.
O mercado jogando sozinho, é brincadeira!!!
Sem o Estado organizando e direcionando as políticas públicas, restaria... a barbárie.




Obs.: Na imagem acima, da esquerda para a direita em pé: Maestro Jango, Oliviomar, Rui Santana e Fernando Assunção. Sentados: Pedro Nelito, Xico Rocha, Nilton Atayde e Eduardo Bueres.

10 comentários:

Wellyn Nascimento disse...

Quase uma formação de quadrilha! rsrsrs. Saudades de todos vcs!

citadinokane disse...

Dra. Wellyn,
Vamos te processar temos bons advogados.
abs

Wellyn Nascimento disse...

Me processar? Qual foi o crime que cometi?Acho que isso está errado. Vcs que devem sem processados! Precisamos botar os papos em dias. Tenho novidades. Mas acho que nessa altura do campeonato vcs já devem saber! Abraços Dr. Pedro.

citadinokane disse...

Wellyn,
Estive no Portela e rolou umas brincadeiras do Sr. Dias, huumm... Deixa pra lá!
Espero atualização, ok?
bjs

Wellyn Nascimento disse...

Eu já imagino que tipo de brincadeira tenha rolado. Ainda mais vindo da mente brilhante do Dias.Te atualizarei!
beijos Doutor querido!

citadinokane disse...

Wellyn,
Abraços

Eduardo Bueres disse...

Do Front de 17 ??? KKKKKKK.Não terás perdão por não teres vestido o xerife com a gloriosa T-shirt azul-macha, do destemido e imortal Clube do Remo de Regatas.A encarnação suprema do orgulho papa-chibé.

Valeu,Mano velho!

Anônimo disse...

Não te falei, mas enquanto falavas comigo no telefone, ainda há pouco, eu estava visitando o teu blog. Me deparei com esta postagem e me deu vontade de chutar o balde, ao ver os amigos, e parar no primeiro boteco da esquina para tomar umas. Mais do que nunca, o Ortega tinha razão: "O homem é também as suas circuntancias".
Vamos marcar o peixe frito.
Abraço.
Nilton Atayde.

citadinokane disse...

Fala sumano Bueres!
Fugiste de São Petersburgo na máquina do tempo e caíste no meio do gramado do mangueirão, justamente no momento em que o Zé Augusto estripava o Leão Azul, vendo o massacre, pensaste (com os olhos transbordando de lágrimas) diante daquela cena horripilante: - Garaio quero voltar para São Petersburgo, o exército branco com os cossacos são nada perto desse endiabrado Zé Augusto.

citadinokane disse...

Mano Atayde,
Vamos marcar esse peixe-frito na moral.
Vou atrás do Cossaco Bueres e do Xico Rocha, marco com eles e te aviso, faço reserva de peixe lá na 14 no Bira's Bar, a Nazica está muito delicada comigo, estamos bem na foto!
Depois faço contato contigo.
abs