Sexta-feira, Janeiro 27, 2012
Duciomar prefeito paid'égua!
Em Belém basta uma chuvinha e pronto os ônibus passam e temos uma pororoca para surfar em pleno asfalto.
Déjà vu do Bar do Ranulfo por Elias Pinto.
Os bares continuam morrendo numa quarta-feira
Publicado em 24.01.2012 no Diário do Pará por Elias Pinto
1 Mais de dez anos atrás, exatamente no dia cinco de dezembro de 2001, acompanhei os últimos momentos do Garrafão, um bar que deixou história na boemia belenense. Posso dizer que dei forma, impressa, a essa história ao escrever, no domingo seguinte à queda do Garrafão, uma reportagem especial, de duas páginas, publicada aqui mesmo no DIÁRIO, no primeiro caderno. Como diria o companheiro Lula, nunca antes na história desse país o fechamento de um botequim mereceu tamanho espaço, sendo registrado cada momento de suas últimas cenas boêmias, testemunhadas por quinze últimos moicanos bebuns. O derradeiro líquido precioso servido (com a protocolar dose do santo) no Garrafão aconteceu numa desolada noite de quarta-feira.
2 Naqueles dias, muitos de nós mantínhamos a esperança de que o fechamento anunciado não vingasse. A sobrevida do Garrafão arrastava-se há muito tempo. Mas, admito, confirmado o fim, torci para que ele caísse numa quarta-feira, como aconteceu. Sendo assim, eu já tinha o título da reportagem, que já planejava.
3 O título daquela reportagem, “Os bares morrem numa quarta-feira”, reproduzia o de uma crônica antológica de Paulo Mendes Campos, publicada em 1977. No texto, o escritor mineiro remonta o ciclo de apogeu e morte dos bares que marcaram época no Rio de Janeiro. A propósito, a expressão “os bares morrem numa quarta-feira” é do poeta paulista Mário de Andrade, citado por Paulo Mendes na crônica. Segundo este, “os bares nascem, parecem eternos a um determinado momento, e morrem”. Mais adiante, registra: “O obituário dessas casas fica registrado nos livros de memórias. Recordá-los, os bares mortos, é contar a história de uma cidade. Melhor, é fazer o levantamento das cidades que passaram por dentro de uma única cidade”.
4 Ao longo de sua história líquida (nada a ver com as teses, acho eu, hic, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman), a boemia paraense já chorou, ou derramou uma dose como homenagem póstuma, por bares como Maloca, Biriba, Porão, Papa Jimi, Tonga, Corujão, Primavera, 3 por 4, Nativo, Garrafão, entre tantos outros bares que, instalados na área central da cidade, deram combustível ao delírio da rapaziada nas últimas décadas. Mortos, no entanto, jamais mereceram sequer o lamento de uma vela bêbada.
5 Pois na quarta-feira passada a infausta profecia boêmia mais uma vez se cumpriu. Como diz o amigo Pedro Nelito, no tocante aos augúrios etílicos, se eu vivesse na Grécia Antiga tomaria o emprego das pitonisas do templo de Delfos.
6 Na quarta-feira passada, o Bar do Ranulfo (oficialmente, Vital Drink’s) baixou de vez as rangentes portas cujos umbrais viram passar heróis das nossas forças armadas pelo prazer do convívio em torno de mesas pródigas de bom humor, eloquência, ironia, sarcasmo e mais uma saideira. Juvêncio Arruda, um desses heróis, pediu a conta antes. Aliás, fui praticamente apresentado ao bar pelo próprio Juvêncio, sem que tivéssemos outra oportunidade para brindarmos.
7 Atingido pela interdição – pela Defesa Civil e pelos Bombeiros – do prédio do Quem São Eles, de quem é vizinho de parede, Ranulfo decidiu antecipar o fim do bar, já selado por questões familiares envolvendo a venda do terreno de que Ranulfo Vital era apenas ocupante do ponto.
8 Eu teria de escrever outra coluna para falar do boteco. Mas posso, desde já, dizer que ele era para iniciados. Servia almoço, o prato-feito, aos operários das obras que formigam em volta. Depois desses, vínhamos nós, a velha guarda.
9 Não pude ir na fatídica quarta-feira plúmbea, para prantear o ilustre passamento e beber o derrame de cerveja. Mas o Nelito, claro, esteve lá, velando, representando-nos (e tomando todas). Disse que comeu o melhor pirarucu de sua vida, feito já não pela cozinheira do boteco-restaurante (a essa altura dispensada com todas as garantias trabalhistas), mas temperado pelas lágrimas do próprio Ranulfo.
10 O inquebrantável Nelito também esteve no sábado, derrubando as grades que teimavam em sobreviver, e no domingo, já na casa do próprio Ranulfo, agora às voltas com um churrasco renascido das brasas. Foi a primeira vez que esteve na casa do Ranulfo, na Sacramenta, e viu não aquele turrão (que estampava essa impressão primeira) da Almirante Wandenkolk (onde ficava o bar), “que logo se revelava uma moça no trato com os amigos” (apud Nelito). Viu, isto sim, um são Francisco criador de passarinhos que lhe vêm pousar no ombro e lhe comer à boca, viu um búfalo marajoara (Ranulfo é do Marajó) transmutado num beija-flor com aspecto de turrão sentimental.
11 Como lembrou Paulo Mendes Campos na crônica citada, depois que se vai, perdoa-se, no bar-defunto, a bebida morna (mas a do Ranulfo era gelada), o banheiro sujo, o eventual mau humor do dono, as desavenças. A saudade tudo perdoa e só guarda os momentos amenos e a acolhida do bar um dia preferido. Os bares do presente, por seus serviços e por sua frequência, podem merecer até o nosso entusiasmo, mas não recebem jamais o nosso amor. “O bom freguês só ama o bar que se foi. Só na lembrança os bares perdem suas arestas e se sublimam.” O Bar do Ranulfo subiu aos céus da boemia. Sublimou-se.
OLHO
Só na lembrança os bares perdem suas arestas e se sublimam. O Bar do Ranulfo subiu aos céus da boemia. Sublimou-se.
Publicado em 24.01.2012 no Diário do Pará por Elias Pinto
1 Mais de dez anos atrás, exatamente no dia cinco de dezembro de 2001, acompanhei os últimos momentos do Garrafão, um bar que deixou história na boemia belenense. Posso dizer que dei forma, impressa, a essa história ao escrever, no domingo seguinte à queda do Garrafão, uma reportagem especial, de duas páginas, publicada aqui mesmo no DIÁRIO, no primeiro caderno. Como diria o companheiro Lula, nunca antes na história desse país o fechamento de um botequim mereceu tamanho espaço, sendo registrado cada momento de suas últimas cenas boêmias, testemunhadas por quinze últimos moicanos bebuns. O derradeiro líquido precioso servido (com a protocolar dose do santo) no Garrafão aconteceu numa desolada noite de quarta-feira.
2 Naqueles dias, muitos de nós mantínhamos a esperança de que o fechamento anunciado não vingasse. A sobrevida do Garrafão arrastava-se há muito tempo. Mas, admito, confirmado o fim, torci para que ele caísse numa quarta-feira, como aconteceu. Sendo assim, eu já tinha o título da reportagem, que já planejava.
3 O título daquela reportagem, “Os bares morrem numa quarta-feira”, reproduzia o de uma crônica antológica de Paulo Mendes Campos, publicada em 1977. No texto, o escritor mineiro remonta o ciclo de apogeu e morte dos bares que marcaram época no Rio de Janeiro. A propósito, a expressão “os bares morrem numa quarta-feira” é do poeta paulista Mário de Andrade, citado por Paulo Mendes na crônica. Segundo este, “os bares nascem, parecem eternos a um determinado momento, e morrem”. Mais adiante, registra: “O obituário dessas casas fica registrado nos livros de memórias. Recordá-los, os bares mortos, é contar a história de uma cidade. Melhor, é fazer o levantamento das cidades que passaram por dentro de uma única cidade”.
4 Ao longo de sua história líquida (nada a ver com as teses, acho eu, hic, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman), a boemia paraense já chorou, ou derramou uma dose como homenagem póstuma, por bares como Maloca, Biriba, Porão, Papa Jimi, Tonga, Corujão, Primavera, 3 por 4, Nativo, Garrafão, entre tantos outros bares que, instalados na área central da cidade, deram combustível ao delírio da rapaziada nas últimas décadas. Mortos, no entanto, jamais mereceram sequer o lamento de uma vela bêbada.
5 Pois na quarta-feira passada a infausta profecia boêmia mais uma vez se cumpriu. Como diz o amigo Pedro Nelito, no tocante aos augúrios etílicos, se eu vivesse na Grécia Antiga tomaria o emprego das pitonisas do templo de Delfos.
6 Na quarta-feira passada, o Bar do Ranulfo (oficialmente, Vital Drink’s) baixou de vez as rangentes portas cujos umbrais viram passar heróis das nossas forças armadas pelo prazer do convívio em torno de mesas pródigas de bom humor, eloquência, ironia, sarcasmo e mais uma saideira. Juvêncio Arruda, um desses heróis, pediu a conta antes. Aliás, fui praticamente apresentado ao bar pelo próprio Juvêncio, sem que tivéssemos outra oportunidade para brindarmos.
7 Atingido pela interdição – pela Defesa Civil e pelos Bombeiros – do prédio do Quem São Eles, de quem é vizinho de parede, Ranulfo decidiu antecipar o fim do bar, já selado por questões familiares envolvendo a venda do terreno de que Ranulfo Vital era apenas ocupante do ponto.
8 Eu teria de escrever outra coluna para falar do boteco. Mas posso, desde já, dizer que ele era para iniciados. Servia almoço, o prato-feito, aos operários das obras que formigam em volta. Depois desses, vínhamos nós, a velha guarda.
9 Não pude ir na fatídica quarta-feira plúmbea, para prantear o ilustre passamento e beber o derrame de cerveja. Mas o Nelito, claro, esteve lá, velando, representando-nos (e tomando todas). Disse que comeu o melhor pirarucu de sua vida, feito já não pela cozinheira do boteco-restaurante (a essa altura dispensada com todas as garantias trabalhistas), mas temperado pelas lágrimas do próprio Ranulfo.
10 O inquebrantável Nelito também esteve no sábado, derrubando as grades que teimavam em sobreviver, e no domingo, já na casa do próprio Ranulfo, agora às voltas com um churrasco renascido das brasas. Foi a primeira vez que esteve na casa do Ranulfo, na Sacramenta, e viu não aquele turrão (que estampava essa impressão primeira) da Almirante Wandenkolk (onde ficava o bar), “que logo se revelava uma moça no trato com os amigos” (apud Nelito). Viu, isto sim, um são Francisco criador de passarinhos que lhe vêm pousar no ombro e lhe comer à boca, viu um búfalo marajoara (Ranulfo é do Marajó) transmutado num beija-flor com aspecto de turrão sentimental.
11 Como lembrou Paulo Mendes Campos na crônica citada, depois que se vai, perdoa-se, no bar-defunto, a bebida morna (mas a do Ranulfo era gelada), o banheiro sujo, o eventual mau humor do dono, as desavenças. A saudade tudo perdoa e só guarda os momentos amenos e a acolhida do bar um dia preferido. Os bares do presente, por seus serviços e por sua frequência, podem merecer até o nosso entusiasmo, mas não recebem jamais o nosso amor. “O bom freguês só ama o bar que se foi. Só na lembrança os bares perdem suas arestas e se sublimam.” O Bar do Ranulfo subiu aos céus da boemia. Sublimou-se.
OLHO
Só na lembrança os bares perdem suas arestas e se sublimam. O Bar do Ranulfo subiu aos céus da boemia. Sublimou-se.
O livro sagrado dos tucanos.
A leitura desse livro não é recomendada para cardíacos.
Concentração para a leitura do "livro"...
"O livro" traz o mapa do maior assalto dos recursos públicos brasileiros da história.
Leitura atenta...
O susto!
Um calmante e um bocado de gim...
Concentração para a leitura do "livro"...
"O livro" traz o mapa do maior assalto dos recursos públicos brasileiros da história.
Leitura atenta...
O susto!
Um calmante e um bocado de gim...
Sábado, Janeiro 07, 2012
Aécio Neves censurando a imprensa.
Documentário que foi censurado no Brasil e foi mostrado no exterior sobre o tucano Aécio Neves.
Vejam como o garoto Aécio é malvado com a imprensa que não reza pela cartilha dele.
Por trás do sorriso de lagarto, existe veneno...
Vejam como o garoto Aécio é malvado com a imprensa que não reza pela cartilha dele.
Por trás do sorriso de lagarto, existe veneno...
Terça-feira, Janeiro 03, 2012
Uma pororoca de Jamburana Uriboca, viva o André!!!
André Nunes o grande Xamã do Uriboca quase me mata de alegria...
Robertinha trouxe-me a mando de André um monte de garrafas da legítima Jamburana, que passo agora a denominá-la de "Jamburana Uriboca". Só o André tem a fórmula!
André, obrigado meu eterno Xamã, estás proibido de morrer viu?!
Como estou sendo assertivo contigo?
Estou bebendo a Jamburana Uriboca e já entrei em transe, são os espíritos da mata que falam por mim, eles não vão te abandonar nunca! O curupira, a Yara, e até o Cobra Norato são por ti mano!
Tô enrolando a língua... Vem cá Yara desgraçada, deixa eu te abraçar!
Robertinha trouxe-me a mando de André um monte de garrafas da legítima Jamburana, que passo agora a denominá-la de "Jamburana Uriboca". Só o André tem a fórmula!
André, obrigado meu eterno Xamã, estás proibido de morrer viu?!
Como estou sendo assertivo contigo?
Estou bebendo a Jamburana Uriboca e já entrei em transe, são os espíritos da mata que falam por mim, eles não vão te abandonar nunca! O curupira, a Yara, e até o Cobra Norato são por ti mano!
Tô enrolando a língua... Vem cá Yara desgraçada, deixa eu te abraçar!
Domingo, Janeiro 01, 2012
Profecia Maia: O Boteco do Ranulfo vai acabar em 2012!
O boteco do Ranulfo vai acabar...
Agora o papo é sério.
Em 2010 foi vendido o prédio onde funciona o nosso boteco, fizemos uma festa de despedida, rolou um "livro de ouro", discurso, choro, abraços e muita cerveja.
Teve gente que participou da festa que até já morreu.
Ranulfo chegou a comentar comigo que aquela festa era na verdade a despedida de nosso inesquecível amigo Juca.
Com a voracidade das construtoras o bairro do Umarizal rapidamente se tornou área nobre, as casas estão sumindo para o erguimento de prédios, tornando o trânsito caótico naquela região.
Em 2010 e 2011 o Ranulfo se fingiu de morto e foi levando, mas agora já foi comunicado pelo proprietário do imóvel que até março o mesmo deverá ser entregue para se iniciar a construção de um novo prédio, o "ministro da educação" acha que a profecia dos Maias estava se referindo ao fim do boteco e não do mundo.
Ranulfo cheio de cálculos matemáticos diz que não quer mais boteco, está cansado, pensa em virar "atravessador" de camarão rosa, tem um capitalzinho pra isso, ou quem sabe ele compra um táxi e fica só na moral dirigindo para os bacanas que frequentavam o seu boteco.
Fica aqui o recado: Quem não conhece o boteco do Ranulfo, vai lá! E pede um peixe-frito ou um pirarucu, acompanhado é claro de uma cerveja estupidamente gelada, corra ele vai acabar!
Apesar da fama de durão, o Ranulfo é uma pessoa muita distinta, delicado, uma moça na educação... Só não vai abusar, ok? Ahahaha... pode acontecer uma recaída.
O Ranulfo vai confirmar a data do fechamento do boteco, aí vamos fazer mais uma festa...
Será que vem mais um "livro de ouro"??? Kkkkkkkkk...
Agora o papo é sério.
Em 2010 foi vendido o prédio onde funciona o nosso boteco, fizemos uma festa de despedida, rolou um "livro de ouro", discurso, choro, abraços e muita cerveja.
Teve gente que participou da festa que até já morreu.
Ranulfo chegou a comentar comigo que aquela festa era na verdade a despedida de nosso inesquecível amigo Juca.
Com a voracidade das construtoras o bairro do Umarizal rapidamente se tornou área nobre, as casas estão sumindo para o erguimento de prédios, tornando o trânsito caótico naquela região.
Em 2010 e 2011 o Ranulfo se fingiu de morto e foi levando, mas agora já foi comunicado pelo proprietário do imóvel que até março o mesmo deverá ser entregue para se iniciar a construção de um novo prédio, o "ministro da educação" acha que a profecia dos Maias estava se referindo ao fim do boteco e não do mundo.
Ranulfo cheio de cálculos matemáticos diz que não quer mais boteco, está cansado, pensa em virar "atravessador" de camarão rosa, tem um capitalzinho pra isso, ou quem sabe ele compra um táxi e fica só na moral dirigindo para os bacanas que frequentavam o seu boteco.
Fica aqui o recado: Quem não conhece o boteco do Ranulfo, vai lá! E pede um peixe-frito ou um pirarucu, acompanhado é claro de uma cerveja estupidamente gelada, corra ele vai acabar!
Apesar da fama de durão, o Ranulfo é uma pessoa muita distinta, delicado, uma moça na educação... Só não vai abusar, ok? Ahahaha... pode acontecer uma recaída.
O Ranulfo vai confirmar a data do fechamento do boteco, aí vamos fazer mais uma festa...
Será que vem mais um "livro de ouro"??? Kkkkkkkkk...
Terça-feira, Dezembro 27, 2011
Poesia de Álvaro de Campos
"Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim
todos os sonhos do mundo".
(Fernando Pessoa)
Sábado, Dezembro 24, 2011
Eu quero a Jamburana autêntica de André Nunes!!!
Elias Pinto noticia que o velho e bom André Nunes anda um pouco mofino, resolveu cuidar da saúde.
Faz tempo que não falo com o grande Xamã-do-Uriboca, já perguntei pro Lafayete sobre o Andrézão no twitter, mas o Lafa dialoga com mil pessoas ao mesmo tempo, a minha pergunta se perdeu nesse turbilhão de bytes, pixels e pessoas.
Recordando o passado lembro de André me apresentando uma bebida engraçada, não faz mal a ninguém, mas enfeitiça...
Estou falando da Jamburana.
Bebida que os ancestrais do André da tribo Xipaia lhe repassaram a fórmula e me arrisco a dizer que nem a fórmula da Coca-Cola está tão protegida quanto a da Jamburana, o Xamã-do-Uriboca guarda na cabeça e nem sob tortura revela.
Na República do Peixe-Frito, a delicada e educada garçonete Naná provou da Jamburana e deu um troço nela, ficou ardendo em febre e até viu o fim-do-mundo segundo a cosmologia dos Tapuios tribo que habitou as terras de Curuçá.
De lá da República o Pintinho, artista plástico de destaque, resolveu desenvolver uma jamburana, ainda em teste, provei, a língua e lábios ficam somente alguns átimos de segundos trêmulos. É verdade, o amigo Pintinho não alcançou o ponto certo.
Elias Pinto que é parente do Pintinho teme que a nova jamburana leve a óbito alguém da República, sou cético com relação a possibilidade de morte, o que fiquei sabendo é que o famoso e festejado cartunista J. Bosco depois de provar essa nova jamburana foi acometido de uma impudica "caganeira" que lhe sugou quase todos os sais minerais do seu corpo, ficou meio abobalhado e num quase transe epilético, dizia em brados: - Vou ao teu encontro senhor...
Não sabemos qual era esse senhor, talvez o Ernesto quem sabe???
Neste Natal, ainda tenho uma garrafa da autêntica Jamburana, claro que irei degustá-la de pouco a pouco em homenagem a todos os amigos em especial o Xamã-do-Uriboca: André Nunes.
Posto também para abraçar aos muitos amigos que preservei e conquistei em 2011: Jober Nunes, Edilben Falcão, Edineide, Marcelo Fernandes, Iraneide, Marluce, Fátima Conte, Lívia, Sara, Tadeu Schumann, Sandroka, David Carneiro, Rogério Friza, Berzé, André Abreu, J. Bosco, Pintinho, Naná da República, Osvaldo Jr., Oliviomar, Ailton Poema, Rui Baiano, Mauro Leão, Marcilhão, Xico Rocha, Nilton Atayde, Tozé, António, Elvira, Eva Franco, Dirceu Riker, Werner Coelho, Jimmy Night, André Nunes e muitos outros.
Feliz Natal!
Faz tempo que não falo com o grande Xamã-do-Uriboca, já perguntei pro Lafayete sobre o Andrézão no twitter, mas o Lafa dialoga com mil pessoas ao mesmo tempo, a minha pergunta se perdeu nesse turbilhão de bytes, pixels e pessoas.
Recordando o passado lembro de André me apresentando uma bebida engraçada, não faz mal a ninguém, mas enfeitiça...
Estou falando da Jamburana.
Bebida que os ancestrais do André da tribo Xipaia lhe repassaram a fórmula e me arrisco a dizer que nem a fórmula da Coca-Cola está tão protegida quanto a da Jamburana, o Xamã-do-Uriboca guarda na cabeça e nem sob tortura revela.
Na República do Peixe-Frito, a delicada e educada garçonete Naná provou da Jamburana e deu um troço nela, ficou ardendo em febre e até viu o fim-do-mundo segundo a cosmologia dos Tapuios tribo que habitou as terras de Curuçá.
De lá da República o Pintinho, artista plástico de destaque, resolveu desenvolver uma jamburana, ainda em teste, provei, a língua e lábios ficam somente alguns átimos de segundos trêmulos. É verdade, o amigo Pintinho não alcançou o ponto certo.
Elias Pinto que é parente do Pintinho teme que a nova jamburana leve a óbito alguém da República, sou cético com relação a possibilidade de morte, o que fiquei sabendo é que o famoso e festejado cartunista J. Bosco depois de provar essa nova jamburana foi acometido de uma impudica "caganeira" que lhe sugou quase todos os sais minerais do seu corpo, ficou meio abobalhado e num quase transe epilético, dizia em brados: - Vou ao teu encontro senhor...
Não sabemos qual era esse senhor, talvez o Ernesto quem sabe???
Neste Natal, ainda tenho uma garrafa da autêntica Jamburana, claro que irei degustá-la de pouco a pouco em homenagem a todos os amigos em especial o Xamã-do-Uriboca: André Nunes.
Posto também para abraçar aos muitos amigos que preservei e conquistei em 2011: Jober Nunes, Edilben Falcão, Edineide, Marcelo Fernandes, Iraneide, Marluce, Fátima Conte, Lívia, Sara, Tadeu Schumann, Sandroka, David Carneiro, Rogério Friza, Berzé, André Abreu, J. Bosco, Pintinho, Naná da República, Osvaldo Jr., Oliviomar, Ailton Poema, Rui Baiano, Mauro Leão, Marcilhão, Xico Rocha, Nilton Atayde, Tozé, António, Elvira, Eva Franco, Dirceu Riker, Werner Coelho, Jimmy Night, André Nunes e muitos outros.
Feliz Natal!
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